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Mais uma vez…

29 Mar

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Existia uma vez, uma pequena ilha no Caribe, liderada por um Sr. muito mau caráter, que não conseguia fazer seu País gerar progresso e muito menos crescer financeiramente, porque sua gente não tinha recurso algum, não era dono de nada, e tinham seus alimentos racionados. A maioria do povo dessa ilha, era muito pobre e maltrapilha.

O chefe liderava implantando o medo e terror. Era financiado por um outro País, muito maior, chamado URSS. Mas esse País maior, acabou se dando conta que estava remando contra a maré, comparado ao resto do mundo. E decidiu abrir suas portas pro mundo, deixando de financiar aquela pequena ilha.

O Sr. mau, vendo-se numa sinuca sem tamanho, apostou todas as suas fichas em um operário que tinha um grande carisma popular em uma terra de proporções gigantescas. Esse operário, aliado a sindicatos, recrutava um grande número de trabalhadores a cada dia. Iludindo-os e os fazendo acreditar que seus patrões eram maus e opressores.

O malvado que governava a ilha, com sua astúcia e inteligência, conseguiu convencer o operário a criar algo muito maior. Algo que englobaria quase toda uma América. Os dois então criaram o Foro de São Paulo, uma instituição que mudaria pra sempre a vida e o comportamento de milhões de pessoas.

O operário, trazia no peito o lema de prosperidade, igualdade e justiça para todos os oprimidos daquela terra. Professores, Padres, e Trabalhadores decidiram apoiar aquela causa tão nobre. E foi assim que chegou ao poder. Fez a roda girar, o País crescer e prosperar, dando ao povo crédito para que todos pudessem comprar, já que a moeda estava estável.

Em contra partida, para que tivessem sucesso, aliaram-se a escória da humanidade. Assassinos, ladrões, terroristas e traficantes. Enquanto a grande Nação crescia e o dinheiro era abundante, o Sr. operário, não o utilizou para melhorar a saúde, educação, segurança e mobilidade, como era de se esperar. O utilizou para comprar, políticos e grandes empresários.

O dinheiro do contribuinte, era distribuído em larga escala, para todos companheiros esquerdistas da América Latina. Conseguiram burlar as urnas eletrônicas, utilizando-as em grande parte daqueles Países. Fazendo assim a esquerda chegar ao poder na maioria daquelas Nações. Quando um ou outro não concordava com o propósito maior, era eliminado como gado.

A primeira Nação a chegar as vias de fato, chama-se Venezuela. Hoje controlada pelo Sr. mau, tornou-se tão maltrapilha e pobre como o povo da pequena ilha do Caribe.

A grande Nação, governada pelo Sr. operário, anda a passos largos para infeliz ditadura. Hoje todas as instituições estão comprometidas. O caos está instalado.

Morrem no País, 180 pessoas por dia assassinadas, é como se todos os dias caísse um avião cheio, e poucos ficam indignados. Os hospitais, estão super lotados e pessoas morrem na fila e nos corredores. A educação é voltada única e exclusivamente a doutrinação marxista. As poucas estradas que foram construídas, já nasceram esburacadas. Falta água, e luz, pois nesses setores nada foi feito. As poucas torres eólicas são construídas em sua maioria em terras de políticos ou de filhos de políticos. A moeda começa a desvalorizar, os juros nos bancos sobem, e o dólar dispara. Dezenas de empresas vem fechando suas portas, deixando milhares de trabalhadores sem sustento. Isso tudo é proposital.

Muitos da Nação acordaram para o que vem acontecendo, mas muitos ainda dormem. Acreditando que o operário apenas quer encher seu bolso. Uma lástima, pois seu bolso já transborda. Seu grande objetivo é o poder absoluto. Dominar e ter pra si, e para os seus, uma vida de rei, enquanto o povo comerá em sua mão.

Essa grande Nação, tem algo que poucos imaginam, mas sabido pelo Sr. operário. Chama-se nióbio. Um mineral que vale mais que o petróleo, e já está sendo vendido por debaixo dos panos. Poderíamos ser um País muito melhor hoje, mas a ambição de alguns e o roubo  institucionalizado, nos faz regredir a passos largos. Não sei se esse grande País poderá dar um pontapé no totalitarismo do Sr. operário, ou se vamos ver o barco afundar e cair num lamaçal eterno.

Madame Bê

 
 

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