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O rei da cocada preta (a lenda, ‘parte 6’)

06 Mar

Com a falta de mãos pra cortar os coqueiros, plantar a cana, limpar as casas, construir engenhos, carregar navios… As feministas, exaustas de fazer boa parte do serviço, lembraram dos cochichos que circulavam em Portugal, de que na África haviam fortes nativos com enormes membros sexuais. Logo trataram de organizar um motim, fazer greve de sexo, convencendo os cocacornos a trazer os negros até Cocada Preta.

Quando os primeiros africanos desembarcaram, os sinhozinhos, vendo a alegria das meninas, das irmãs, das mulheres, das sogras, das vovós, decidiram escravizá-los.

Neste ínterim, o rei é flagrado dando uma fornicada com a rainha espanhola, pelo guarda real São Tomé. Antes de ele abrir o bico e contar a safadeza para a rainha portuguesa, decide nomeá -lo como primeiro Governador Geral de Cocada Preta. Sua missão seria cobrar os tributos da coroa, acabar com a corrupção e desfazer os alambiques clandestinos.

Durante sua viagem, Tomé adquiriu uma pestilenta preguicite aguda, a terrível doença infelizmente acabou vítimando todo Estado baiano.

Tentando aliviar os sintomas da moléstia; pois o relho dançava cada vez mais no lombo dos escravos da Bahia, fumaram uma perigosa erva daninha com efeitos psicodélicos e alucinógenos e acabaram produzindo sem querer o AxéMusic. Música tocada até hoje em todos os cantos da Bahia.

Aguarde, a lenda continua…

Madame Bê

 
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Publicado por em 03/06/2018 em A lenda

 

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