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Aquivos por Autor: madamesmadurasemetidas

Sobre madamesmadurasemetidas

Muitos textos serão simples jogo de palavras, sem um motivo que as sustente. Vou expor boa parte do que penso e sinto. Será minha opinião sobre assuntos que achar interessantes. Apenas um veículo de afirmação. Quero mostrar que uma mulher de quase cinquenta anos se interessa por qualquer assunto da vida. E que mulheres da minha idade ou mais, não estão limitadas a família, trabalho e ou aos calores da menopausa. Farei isso por mim, com sentimento e emoção. Acredito que chegou a hora de falar abertamente, abordar questões polêmicas não de forma restritiva. Falar sério, ou não tão sério, mas sempre verdadeiro. Estimular pensamentos, sentimentos, tentar provocar reações, ou não. Aqui posso tudo. Falar o que sempre desejei e nunca o fiz. Talvez encontre a chave para meu próprio conhecimento. Talvez até expor feridas que foram acumulando baixo dos tapetes persas. Espero que gostem, e voltem sempre!

O rei da cocada preta (a lenda, ‘parte 25’)

E lá vem outro advogado! Rodrigues Alves, foi o quinto presidente de Cocada Preta. Chegou ao poder graças ao habilidoso trabalho dos companheiros, “el bigodon”, moda ‘cool’ entre os políticos. Para os desavisados, o bigode servia principalmente como disfarce, quando perto de um civil qualquer. 

Graças a Alves, nos dias de hoje, temos o privilégio de ver o despertar de uma misteriosa ursa cocadense. Ela, como em um passe de mágica, aparece, concorre a presidência, depois hiberna novamente por quatro anos. 

A anexação do Acre, custou aos cofres públicos dois milhões de libras esterlinas e a morte de alguns milhares de cocadenses construtores da estrada de ferro daquela região. Hoje, os antigos trabalhadores podem ser vistos sentados nos trilhos, enquanto você desfruta a viagem ao longo dos sete quilômetros recuperados pelo governo de Rondônia.

Como todo bom presidente viajante desse País, Alves, inspirado nas belezas de Paris, fez algumas melhorias por aqui, alargando ruas, construindo praças e avenidas sem a devida indenização, é claro. Assim, Alves, junto com os sem dinheiro no bolso, conseguiu erguer a maior favela já vista, na cidade do Rio de Janeiro e a primeira da América Latina e que mais tarde viria a ser motivo de orgulho para os traficantes.

Quanto mais gente se aglomerava na Capital, mais pestes e doenças se alastravam. Para desacelerar as epidemias, Maduro Cruz Credo, foi escolhido pra coagir a população a se vacinar. Esse então, criou verdadeiros exércitos ‘mata tudo’, ou seja funcionários que invadiam as casas para desinfetar e exterminar os mosquitos transmissores da febre amarela, como também os ratos transmissores da peste bubônica. Espalhavam raticidas pela cidade e mandavam o povo recolher o lixo.

Essas medidas, causaram revolta na população, que viam seus adoráveis ratos e baratas de estimação serem mortos sem um pré julgamento.

A situação piorou, quando Zé gotinha entrou em ação, intimando todos a tomá-lo sem o devido tira gosto, no caso a cachaça. Jornais da oposição, replicavam os supostos perigos causados pela vacina, como: calvisse precosse, queda dos peitos, crescimento de chifres e mudança da cor de pele para verde-limão.

Sabemos hoje, que os jornais estavam equivocados, os vacinadores queriam apenas ver o que guardavam as mulheres cocadenses debaixo de suas vestimentas. Resultado: os que recusaram a vacina, encontraram-se meses depois, povoando os cemitérios da cidade.

Aguarde a lenda continua…

Madame Bê

 
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Publicado por em 04/26/2019 em A lenda

 

O rei da cocada preta (a lenda, ‘parte 24’)

Finalmente depois de quatro anos do mandato, Prudente entrega o cargo para seu sucessor, Campos Sales. Assim que Sales venceu as eleições, viajou até a Inglaterra pra pedir a benção aos Rothschild, aproveitando para endividar ainda mais Cocada Preta. Por aqui, criou mais alguns impostos e aumentou o valor dos já existentes. Todo sacrifício ao povo pra salvar a Pátria amada.

Formou-se em direito, mas quando viu que não ficaria rico, tentou a carreira de político. Pouco tempo de sentar na nova cadeira, viu-se dono de vastos campos elísios, passando a ser um grande tomador de café com leite. 

Poucos sabem, mas o presidente Sales tinha uma auto estima elevadíssima, sempre se comparou ao Mel Gibson quando este estava no auge da sua formosura e, por esse motivo ordenou que imprimissem seu belo rosto nos selos de todo País.

Recebeu o carinhoso apelido “Selinho de ouro”, por se tornar o maior colecionador de selos disfarçado de dinheiro pro governo. Além de Selos, também era conhecido por Pavão e Baiacu, por vestir roupas de grife e todas muito bem engomadas, mas mesmo cheio da grana e com uma roupagem perfeita, carregava na face, logo abaixo da boca, um ultra brega ninho do pássaro-pavilhão. 

“Selinho de ouro”, aproveitou para introduzir em Cocada Preta, os devidos conchavos e troca de favores entre governadores, deputados e coronéis e, assim, brincar de toma lá dá cá, cá pra lá, na política. Cancelou as obras públicas alegando estar sem dinheiro. O que o povo otário missigenado aceitou sem maior algasarra.

Ele foi tão amado pelo povo que, quando deixou o poder, foi vaiado desde o Palácio do Cadete até a estação de trem que o levou de volta a São Paulo.

Aguarde a lenda continua…

Madame Bê

 
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Publicado por em 04/25/2019 em A lenda

 

O rei da cocada preta (a lenda, ‘parte 23’)

Um Sr. Prudente na presidência. Eleito pelo voto “direto” de amigos tomadores de café com leite, o Sr Prudente de Moraes chega ao mais alto posto de Cocada Preta.

O Sr Prudente, era o cara! Pensa num cara grande, agora aumenta esse tamanho por dois. Esse era Prudente, lá das bandas de Piracicaba. Seu visual era seu maior trunfo. Sua paixão, assim como a do Segundo Pedro, era a fotografia. Dizem as boas línguas que ele inventou o aplicativo ‘fecetune’, editando a única selfie que tirou na vida.

Formou-se advogado em uma escola que formava políticos. Como não encontrou clientes suficientes para se tornar um dos da nata da sociedade, decidiu fazer parte do movimento que tornou Cocada Preta nessa republiqueta, e os donos do movimento, em coxinhas ricos e com poder.

Concorreu para presidente na primeira eleição da República, contra o Marechal Deodoro, mas perdeu por não ter tantos amigos quanto tinha o Marechal.

Candidatou-se novamente na segunda eleição do início da nova republiqueta, contra o primeiro vice presidente e segundo presidente do País Floriano Peixoto, vindo assim a ser, o terceiro presidente de Cocada Preta. A sua chegada ao poder, marcou o início da oligarquia cafeeira. Além de ser o primeiro civil a sentar na cadeira presidencial, deu um chega pra lá nos militares cavaleiros nada cavalheiros do apocalipse.

Na presidência, Prudente não soltava um barro fora do penico e por nenhum momento, tirou os olhos do seu vice Manuel Vitorioso que ainda era ligadinho nos ideias de Floriano Peixoto. Teve prudência ao dar um empurrão com a barriga na divida do País, atirando-a para adiante.

Algumas revoltas aconteceram durante seu reinado, digo mandato. Mas o fato mais interessante aconteceu em um evento solene, única festa em que fora convidado. Um parente da Carmem Miranda tentou matá-lo com uma arma infantil, Ak-46, comprada nas lojas Americanas.

Um tal de bispo Marcelino, apontou sua garruchinha em direção ao presidente Prudente. Felizmente a arma estava sem munição. Sem saída o assassino sacou uma faca indo pra cima de Prudente, mas um valente guerreiro das galáxias, como um gato, se prontificou a levar as várias facadas no lugar do presidente.

O mandante do crime, teria sido um senador, fundador de um novo partido, o qual foi dissolvido quando um padeiro matou o suposto mandante. Também o vice Vitorino foi indiciado no inquérito como mandante do crime, fato que arruinou uma futura carreira política. Já o bispo Marcelino, assassino e esfaqueador, foi preso pelo ato e nunca mais acordou, em sua humildade cela depois que um lençol assassino se enroscou em seu pescoço.

Entre os três únicos presidenciáveis da nova república até então, hoje chamada de velha república, Prudente foi o cara mais sabichão. Talvez por ter estudado e não ter passado a vida guerreando no lombo de um cavalo. Um dos seus maiores legados foi ter sido o principal autor e, promulgado a segunda constituição de Cocada Preta, iniciada em 1889.

Aguarde a lenda continua…

Madame Bê

 
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Publicado por em 04/24/2019 em A lenda

 

Pobre povo brasileiro

Vejam essa notícia senhoras e senhores, principalmente aqueles que se esborracharam gritando sobre os males da privatização, logo após o acidente em Brumadinho. Passar vergonha é algo nato pra esquerda.

“Vamos “reprivatizar” a Vale. Vamos colocar todo mundo para vender esse troço todo. Vamos tirar as patas do mercado”, (…) Fonte G1

Benjamin Steinbruch  dono da têxtil Vicunha em  1993 comprou a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) por 30 vezes menos que seu valor com financiamento do BNDES.

Em 1997, Benjamin Steinbruch comprou a Vale do Rio Doce (CVRD) dando como garantia a própria CSN que ele havia comprado e ainda estava pagando, com mais financiamento do BNDES. 

Em 2005, a dívida do tal Benjamin Steinbruch era enorme com o BNDES. Então o presidente do BNDES fez um acordo e criaram uma “sociedade de propósito específico” (SPE) com fundações estatais Previ, Funcef e Petros, comprarando as ações da CSN na Vale.

Somadas as ações da Vale pertencentes ao BNDES e as da sociedade das Fundações, o governo passou a ter novamente a maioria das ações da Vale. 

Ou seja, a Vale voltou a ser uma empresa estatal. Mas para isto foi necessário entregar a CSN, de graça, para o Steinbruch.

Pra coisa não ficar tão evidente, passaram a direção da empresa para o segundo maior acionista, o Bradesco.

Quem lembra da gravação  feita por Joesley Batista em 2017? Na época, Aécio pedia R$ 2 milhões para Joesley para pagar o advogado Alberto Toron, coincidentemente advogado da Vale do Rio Doce. Na gravação, Aécio deixou claro que indicaria o presidente da Vale.

-“nós fizemos um treco lá que em tese é independente, mas na prática o candidato da gente acaba ganhando’”.

Nosso País estava e ainda está mais podre que a lama de Mariana e Brumadinho. E mesmo assim, vejo aqueles que insistem em dizer: “Lula livre”, “ele não”, “Bozo”, “eles querem tirar tudo dos pobres”, “fascistas não passarão”, e por aí vai…

Ou esse pessoal acorda pra vida e clama pela reforma que o Moro quer implantar pra que todos eles possam ver o sol nascer quadrado, ou vamos continuar eternamente sendo roubados por essa turma de delinquentes que há anos está no poder. Lembrando que os caras do STF estão fechados com esses delinquentes.

 
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Publicado por em 04/23/2019 em Brasil

 

Síria, um dos países mais corruptos do mundo

De pai para filho.

De ditador para ditador.

Ambos do Partido Socialista Árabe Baath da Síria.

Hafez al-Assad – presidente da Siria entre 1971 até 2000.

Seu filho, Bashar al-Assad, está no poder desde o ano 2000.

Em 2012, o jornal britânico ‘The Guardian’ estipulou que a fortuna da família Assad estava em torno de 122 bilhões de dólares.

Bashar al-Assad, ordenou uma repressão em massa e cercos militares contra população que desejava um País mais democrático. A revolta se transformou em uma guerra civil e com o passar do tempo passou para uma guerra religiosa com diversas facções. O conflito acabou atingindo países como Iraque e o Líbano atiçando a rivalidade entre xiitas e sunitas.

Em 2013, o autoproclamado estado islâmico começou a reenvindicar territórios, atacando tanto os apoiadoros como os contrários a Assad. Diversos países do mundo árabe mais os países da OTAN iniciaram uma intervenção armada contra os extremistas. Outras nações como a Rússia e o Irã intervieram a favor do regime de Assad. O resultado acabou sendo a morte de pelo menos 370.000 mil pessoas, segundo o observatório sírio para os direitos humanos e, uma onda migratória de 5,6 milhões de pessoas.

Bashar al Assad agora tem um país em ruínas que ninguém quer ajudar a reconstruir, pelo menos enquanto ele estiver no poder, já que muitos países ajudaram com doações bilionárias à reconstrução do Afeganistão e do Iraque e viram suas contribuições nos bolsos de indivíduos que eram ditadores iguais ao ditador da Síria.

De quem é a culpa do sofrimento do povo sírio?

Pra mim, sem sombra de duvida, a culpa é desse maldito socialismo/comunismo/marxismo/nazismo/fascismo e o escambau, onde todos são ditadores e se instalam pra trazer, pobreza, miséria, destruição e mortes.

Tudo o que você pensa que o governo te dá ele tira de outro, até conseguir conquistar o maior número de pessoas. Aí ele cria centenas de estatais, compra políticos, compra a justiça, recolhe tuas armas e aos poucos muda as regras do País, até conseguir ficar indefinidamente no poder. E então vem a repressão, a miséria, a destruição e as mortes.

 
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Publicado por em 04/21/2019 em Brasil

 

O infinito período especial dos cubanos

O governo cubano tem uma longa história de “iniciativas” para resolver o problema sexagenário de comida na ilha. A lista de estratégias para driblar a fome em Cuba é tão extensa, quanto a história de fracassos. Pelo que tudo indica a situação por lá está quase tão desesperadora quanto a dos anos 90, graças a crise da Venezuela e o esfriamento das relações com o Brasil.

Quando Castro promulgou a nova constituição, o discurso teve como protagonista a tensa situação econômica que assola a ilha. Ele pediu que à população, “esteja preparada para a pior variante” da economia e comentou que “a situação poderia agravar-se nos próximos meses”.

Provavelmente foi por essa razão, que o comandante Guillermo García Frías explicou a nova estratégia: a criação de avestruzes, já que segundo ele, “rendem mais que as vacas”.

O pronunciamento sobre a mais nova “idéia” para a escassez de alimentos, gerou além de insultos, uma enxurrada de memes nas redes sociais.

Pelo que parece o humor ainda é o melhor remédio!

 
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Publicado por em 04/21/2019 em Brasil

 

Feliz Páscoa a todos ♥️

Reza a lenda que mãe muito pobre queria dar alguma coisa para seus filhos no dia de páscoa. Procurou várias maneiras, pensou em muitas possibilidades… mas os poucos recursos barraram suas pretensões. Porém, ao olhar para alguns ovos de galinha, teve uma idéia: cozinhou e pintou cada um deles com cores vivas para dar de presente às crianças. Assim, na manhã da páscoa, acordou mais cedo e arrumou os ovos em um ninho improvisado no fundo do quintal. Quando as crianças acordaram e finalmente decidiram ir brincar no quintal, avistaram os ovos coloridos. No mesmo instante, porém, um coelho que passava por ali, assustou-se com o barulho e correu saltitando por entre os ovinhos. “Ovos coloridos e tão diferentes só podem ter sido trazidos pelo coelho”, pensaram as crianças e, assim nasceu a crença de que o coelho entrega os ovos na páscoa.

https://youtu.be/TFdNdv1JiVI

 
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Publicado por em 04/20/2019 em Brasil

 
 
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