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Arquivo da Categoria: Brasil

Carrascos, mas nem tanto?

No dia 23 de agosto de 1939 foi assinado o pacto Ribbentrop-Molotov. Conhecido também como Pacto Nazi–Soviético ou Pacto de não Agressão entre a Russia e Alemanha. (Josef Stalin e Adolf Hitler)

Entre as cláusulas, estava a divisão dos países do leste europeu.

No dia 01 de setembro de 1939 a Alemanha invade a Polônia pelo lado oeste.
E no dia 17 de setembro de 1939, a Rússia invade a Polônia pelo lado leste.
Em pouco mais de um mês, a Polônia deixou de existir como país e foi dividido entre os soviéticos e os alemães.

O pacto continuou em vigor até 1941, quando a Alemanha invadiu a Rússia, fazendo a Rússia mudar de lado.

Dois Países, dois líderes imperialistas, duas pessoas extremamente autoritárias, mantiveram uma parceria brutal com o único objetivo: o de expandir suas fronteiras.

Entre esses dois carrascos, apenas um é escrachado em todos os livros, em todas as mídias, em todos países.


Porque será?

Madame Bê

 
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Publicado por em 02/16/2022 em Brasil

 

O Rei da Cocada Preta – parte 29

Adepto ao primeiro mandamento de Cocada Preta, criado pelos tomadores de café com leite, Wenceslau B. Gomes, se eterniza como o nono mandatário desse imenso paraíso.

Não importava o que ele faria ou o que ele deixaria de fazer. O que importava para os gomistas (torcedores fanáticos do presidente), era soltar o grito mudo e dar adeus ao pé do ouvido de Hermes da Fonseca.

Porém, contudo, entretanto , no dia de sua posse, quando Gomes desfilava pelas ruas no único Aurora Safety Car, uma jaca assassina se lançou contra ele.

Conhecida como a jaca do presidente, a fruta virou polêmica. A esfera poderia estar carregada com micro explosivos? A jaca que não era uma bola, pois a bola é um símbolo da nossa evolução e a jaca não; explodiria os miolos do Presidente? Ninguém nunca soube.

Jacas à parte, Wenceslau B. Gomes carinhosamente chamado, Lalau pelas amantes mineiras, estava disposto a colocar seu nome na história.

E assim aconteceu….

A peleia estava bombando na Europa. E a família Gomes, já sabia dos acontecimentos antes mesmo de tudo acontecer.

Alguns meses antes de Lalau B. Gomes se tornar presidente; na longínqua Europa, um império vinha arquitetando um plano falível para “zombar” do império vizinho.

Já que, não havia nenhum novo acontecimento acontecendo e como não havia nenhuma perspectiva de melhores salários; um certo capitão sérvio, entediado com a pasmaceira e monotonia, sabendo que sua esposa se encontrava em perpétua menopausa, contratou o fiel servo da família Adams para passar um trote no príncipe herdeiro do império austro-húngaro.

Mãozinha o fiel cinco dedos, envia uma carta à Gomes, contando detalhes do contrato, mas o tranquiliza dizendo que ninguém sairia machucado.

Gomes conta sobre o trote a Morticia. Morticia passa um telefone sem fio para todos os Gomes do Planeta, contando os futuros acontecimentos da Europa.

Porém, no dia seguinte, o tiro saiu pela culatra.

Erroneamente citado como o “Coiso” e integrante de sociedade secreta chamada Mão Negra; o inocente mãozinha sem visão, com uma pistola modelo FN em punho, mata o herdeiro e jamais imperador do império austro-húngaro. Iniciando assim, um conflito jamais visto nesse Planeta.

Embora Lalau B. Gomes, não ter nada a ver com isso, teve receio de fazer parte da famosa grande guerra, já que seu sobrenome poderia ser vinculado à família de mãozinha.

A Inglaterra, maior agiota da oligarquia café com leite, aceitou prolongar os prazos das dívidas, caso Cocada Preta aceitasse fazer parte da tríplice vencedora.

É importante lembrar que, bruxas, feiticeiras, profetas e demais ETs, com poderes sobrenaturais faziam previsões assustadoras envolvendo a Áustria/Hungria.

Zora-Inara, em uma de suas viagens inter-espirituais, afirmou que do império austro-húngaro nasceria e seria criado um futuro ditador muito pior que o nanico Napo-leão Bomemparte e esse, tentaria exterminar toda uma etnia.

Rasputin, o auto proclamado homem santo da Rússia, assim como Zora-Inara, cantavam essa mesma pedra aos quatro cantos da terra, lembrando que, naquela época o Planeta se encontrava na forma ovalada.

Sabendo sobre esse fato futuro, detalhado inúmeras vezes por Rasputin e Zora-Inara, mexia com o imaginário dos europeus. Foi esse o motivo que fez o capitão sérvio trair o pequeno mãozinha, pois naquela pistola não haviam balas 7 belo e sim, balas que matam.

Enfim, caso não tivesse acontecido da maneira como tudo aconteceu, tudo e ou nada aconteceria, pois assim as contas de Cocada Preta puderam ser renegociadas. E em 1917, o presidente dessa república, envia tropas do nosso exército, da marinha e aeronáutica para participar do maior e mais abrangente acontecimento das nações nada unidas e assegura futuros novos empréstimos para Minas, São Paulo e Rio de Janeiro.

Quando as tropas cocadeses desembarcaram na Europa exibindo todo nosso arsenal bélico, as bases da tríplice oponente, estremeceram.

Nossos caminhões e tanques lançavam bombas com efeitos pra lá de especiais. Disparadas, liberavam uma fumaceira preta tóxica, fazendo o dia se tornar escuro como o breu.

Contudo, a tal fumaça acabou corroendo e danificando todo nosso armamento que se tornou dispensável para uma vitória.

Quando a guerra acabou, ingleses sem coração, despejaram no navio cisne branco, cinco casais de camundongos infectados com um novo tipo de vírus mutante, mais conhecido como “mata velho”.

E enquanto os marinheiros desembarcavam nos portos da amada Pátria, o “mata velho” se alastrava feito rojão.

Faltavam apenas três meses para Lalau B. Gomes deixar seu mandato. Sendo assim, o vírus, não era mais problema dele.

Aguarde a lenda continua…

Madame Bê

 
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Publicado por em 02/06/2022 em Brasil

 

Religião e Política, mistura imperfeita

Nada é mais doentio que um povo votar conforme a influência de bispos, pastores e ou, padres. A aliança entre igreja e política, só beneficia à eles.

Jamais políticos vão melhorar a vida de um povo; sabendo que é só ter ao seu lado líderes religiosos.

A presença na África da igreja universal e conflitos, vem ditando possíveis novas alianças entre a igreja e os políticos daqui.

Edir Macedo, que antes apoiava os governos do PT, decidiu na última eleição apoiar Bolsonaro e, agora promete voltar a apoiar o petista, caso Bolsonaro não o ajudar a resolver suas questões nos países africanos.

Segundo o economista Carlos Lopes, na era petista, empresas de construção como a Odebrecht, Camargo Correa e empresas como a Vale e até a Petrobras, faziam a ponte África/Brasil. Edir Macedo sabe que Lula é o único que poderá reconstruir essa ponte e salvar sua igreja.

E nesse vai e vem, política e religião se misturam, para o “bem” apenas, de interesses comuns dos poderosos. Um toma lá dá cá, sem o comprometimento de um País melhor.

Votar em políticos indicados por religiosos é uma mistura diabólica e, não vai levar o povo a lugar nenhum, a não ser continuar na mesmice.

Políticos brasileiros não são confiáveis. Portanto, está na hora de pensar em um outro futuro para esse País. Para que nossos filhos e netos possam viver em um Brasil melhor do que este que está aí.

Pense nisso!

Madame Bê

 
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Publicado por em 12/07/2021 em Brasil

 

Celebrem, corruptos

Steal a little and they throw you in jail.

Steal a lot and they make you king.

(Bob Dylan)

(“Roube um pouco e te jogam na prisão. Roube muito e eles te farão rei “)

A votação da PEC da prisão em segunda instância foi mais uma vez adiada.

“Esse País é oficialmente um paraíso criminal, a terra prometida da impunidade. Roubem, políticos, pois nada vai lhes acontecer.

Corruptos, celebrem!

Com o tempo, nós como povo, seremos lembrados como um povo tão ou mais corrupto, que os corruptos de Brasília.

Furtos praticados por quem não tem o que comer sobrecarregam tribunais e geram debate no judiciário.

Pacotes de fraldas, produtos de higiene, barras de chocolate ou uma porção de comida podem valer dias, meses e até anos de prisão, no lento curso de uma Justiça abarrotada de processos.

Presa em flagrante após furtar dois pacotes de macarrão instantâneo no fim de setembro, uma mulher que mora nas ruas de São Paulo há mais de dez anos, dependente química e mãe de cinco filhos, ficou detida por 13 dias.

O desempregado C. esperou quatro anos e dois meses até que seu processo fosse extinto a pedido da Defensoria. Em 2017, ele levou dois pedaços de frango de um mercado, avaliados em R$ 4.00.

Até então, C. não tinha passagem alguma pela polícia. Ao confessar o crime, admitiu: “Só queria matar a fome”.

Em 29 de março, P. viu acabar o leite em pó que dava a seu filho de 2 meses. Após passar horas vendendo doce de banana num farol do Leblon, Zona Sul do Rio, a mãe, de 19 anos não juntou os R$ 15,00 necessários para alimentar o bebê que chorava de fome. A jovem, que esconde o rosto ao ser fotografada, foi flagrada com seis peças de picanha que, vendidas; lhe garantiriam dinheiro para o alimento do filho.

Foi um momento de desespero. Não sabia o que fazer, então peguei a carne de um mercado para vender e comprar o leite que precisava; diz a jovem, presa por três dias.

Para não seguir na cadeia, ela fez um acordo de não persecução penal em troca do pagamento de R$ 500. Pouco para cobrir o preço da carne furtada, estimada em R$ 760, mas alto demais para a régua de sua precária situação de vida.

Ao tomar conhecimento do caso, o advogado Joel Luiz Costa promoveu uma campanha virtual para ajudá-la. Contra a fome não tem mandado de prisão.

“O objetivo da vaquinha foi tirar da P. o peso da injustiça”.

Uma diarista desempregada, mãe de dez filhos, moradora de uma favela na Cidade de Tiradentes, corre o risco de ser presa a qualquer momento se não pagar R$ 300 à Justiça.

Ela foi presa em flagrante depois de tentar furtar roupas em um supermercado.

Comovido com a situação da desempregada, um que advogado estava na mesma delegacia, decidiu ajudá-la. Sem cobrar nada, fez o pedido de liberdade.

Entretanto, para responder ao processo fora da prisão, ela tinha de pagar uma fiança de R$ 300, de acordo com o que foi estipulado pela juíza que estava de plantão naquele fim de semana.

Vivendo de doações e com uma renda de R$ 330 de um programa assistencial do governo, ela afirmou que não tinha como pagar esse valor.

Processos de pessoas que furtam porque estão famintas ou não conseguem alimentar a família sobrecarregam o Judiciário. É difícil estimar o número exato de casos: somente na cidade de São Paulo acontecem, em média, 468 furtos diários, e boa parte deles, segundo especialistas, se enquadraria no princípio da “insignificância penal”, pelo valor do objeto furtado e condições envolvidas no furto.

Em todo o estado de SP, foram registrados 1.389 furtos por dia dos mais diversos tipos e valores, com exceção de carros, que entram em outra estatística.

Que País é esse em que vivemos, onde uma uma pessoa precisa roubar para comer?

Que País é esse, onde políticos roubam malas de dinheiro e nada lhes acontece?

E o pior de tudo isso, é saber que há pessoas esclarecidas, engajadas defendendo seu político.

Um País assim, não tem como dar certo!

Madame Bê

 
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Publicado por em 12/06/2021 em Brasil

 

Invisibilidade

‘O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE’

‘Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível’

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
‘invisibilidade pública’. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,
constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são ‘seres
invisíveis, sem nome’. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu
comprovar a existência da ‘invisibilidade pública’, ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão
social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de
R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:

‘Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência’, explica o
pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não
como um ser humano. ‘Professores que me abraçavam nos corredores da USP
passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me
ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão’,
diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha
caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra
classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns
se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo
pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num
grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de
refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem
barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada,
parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
‘E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?’ E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar
comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí
eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na
biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei
em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse
trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da
cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar,
não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a
situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se
aproximando – professor meu – até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse
passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito
que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses
homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa
deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são
tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma ‘COISA’.

Depois de ler o e-mail e acessar alguns artigos do psicólogo social me veio na mente, será que estamos ensinando a esta nova geração a importância do simples BOM DIA?

Esta pode ser uma forma simples de viver a vida e fazer a diferença na vida de outras pessoas.

Diná Dornelles Barreira, pedagoga, especialista em Gestão e Desenvolvimento Humano, Mestrada em Gestão e Educação Ambiental.

 
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Publicado por em 12/06/2021 em Brasil

 

Vida e morte

Caminhamos na sombra da morte, cada um de nós sozinhos e todos juntos.

Socrates em seu discurso final, concluiu que a morte é uma migração da alma para outro mundo, muito melhor do que este.

Não importa em o que acreditamos, o que importa é seguir vivendo a vida da melhor maneira depois que avós, pais ou filhos partem.

Devemos aceitar a morte como um “desapego”, afinal ela é parte do processo da existência, de vir e de partir.
Nada e ninguém são eternos, tudo é passageiro e efêmero e tudo se desvanece como se nunca tivesse existido.

Essa afirmação têm um forte efeito emocional, porém tudo o que podemos fazer diante da morte de alguém que amamos, é continuar vivendo. Podemos e devemos encontrar novos prazeres depois que pessoas amadas se foram.

Devemos e podemos seguir em frente, trazendo na memória as melhores lembranças e assim superar nossas piores dores, afinal nós também iremos em breve.

  • Fazer o bem, disse uma alma inspiradora.
    É realmente assim: ajudar os seres vivos.
    Ao ajudar alguém, ajudar animais e até porque não, plantas, nos tornamos felizes.

Madame Bê

 
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Publicado por em 11/02/2021 em Brasil

 

Dois Trilhões e lá vai imposto

Os problemas da Alemanha antes da segunda guerra mundial e o triunfo dos bolcheviques na Rússia, trouxeram a “baila” ainda mais “pensadores”, munidos de convencimento, de que a única solução para aquele País, seria o socialismo/comunista.

O Estado e cartéis subsidiados e controlados pelo próprio Estado, deveriam criar empresas para todas as atividades econômicas e, então consolidar a transição para o desejado socialismo/comunista.

Esse trecho me lembrou de empresas como a de Eike Batista, dos irmãos Batista, a empresa Oi, a Brasil Foods, todas subsidiadas pelo governo e a grana arrancada do lombo do trabalhador, é claro.

Mas, voltando aos “pensadores” da Alemanha, a cada crise na economia, a cada gasto público ou social, diziam que a legitimidade da República estava em “perigo”.

Um dos problemas que fazia a coisa toda não andar para a República de Weimar, era o Estado não ser independe da justiça.

O soberano se fosse autoritário, estaria legalmente fora da lei.

Assim, “entendidos” da república, sugeriam passos para garantir o exercício do poder ao amado político, a extensão da lei.

Ou seja, uma mudança na lei para não ser um fora da lei.

Melhor dizendo, dar um “bolo” na justiça, tudo dento da lei.

Voltemos novamente ao Brasil.

O que dizer da incrível audácia dos deputados bolsonaristas e petistas, juntos e a favor da PEC05/21.

PEC essa, que literalmente mata o Ministério Público e trás ainda mais trevas a sociedade que clama por justiça.

Complicado isso. Faça o que o PT faz, caso contrário o PT volta.

E se voltar, tanto faz. Afinal votam juntos em tudo que se refere a justiça.

Dizem por aí e eu me incluo nessa, que o PT, apesar de enriquecer banqueiros e magnatas, tentava implantar aqui, o socialismo/comunista.

Igual ao que foi implantado na Venezuela e em outros países da América Latina.

Hoje aliás, todos eles, com taxas de mais de 90% de miseráveis.

Manoel Gonçalves Ferreira Filho em um de seus livros, ‘A democracia possível’, sugere medidas radicais, para as crises econômicas e sociais do Brasil.

Não só ele, várias brasileiros desejavam uma mudança na constituição, tudo para sanar as graves crises econômicas e financeiras, criadas no meu entender, pelo próprio governo.

Mesmo que Manoel Filho, tenha tentado se retratar há poucos meses atrás sobre seu polêmico livro, frases escritas movem mentes vazias.

Digo isso, pois há menos de um mês, foi cogitado de o governo “dar” absorventes para meninas pobres.

Todos ouvimos falar, no ringue, de um lado a tal “direita”, que de direita não tem nada e do outro a esquerda.

Polêmicas à parte, mas e se…

O governo tirasse o imposto do algodão e do plástico. E se entre tantos cacarecos que vem da China, viesse sem encargo algum, não só absorventes, como também fraldas?

Todas as meninas, crianças, senhoras e velhos se beneficiariam e não só pessoas pobres.

Afinal todos pagamos.

Pagamos muito, para receber quase nada.

E pra compensar a “perda” desse tributo, sugiro aos políticos, deixem de usar nosso dinheiro como fraldas.

Tenho certeza, se assim acontecer, o dinheiro compensará o outro.

Depois de toda essa miscelânea de frases, peço aos amigos petistas e bolsonaristas, observem os amados políticos.

Eles são tão, ou mais iguais, são água e H2O.

Tô pianinho com tanto populismo!

Falow.

Madame Bê

 
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Publicado por em 10/17/2021 em Brasil

 

Dois Supremos

Dois petistas foram nomeados por Bolsonaro para vaga do STF.

O primeiro foi Kassio Nunes, se tornou juiz eleitoral no TRE por meio de uma nomeação assinada em 15 de abril de 2008, pelo então presidente Lula e pelo então ministro da Justiça Tarso Genro (PT-RS).

Em 2010, houve outra recondução ao mesmo cargo. A nomeação foi assinada por Lula e pelo então ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto.

Já em 18 de abril de 2018, foi nomeado pela presidenta Dilma para preencher a vaga de  desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

O PT, foi nas redes sociais celebrar a nomeação de Bolsonaro. Procure pelas fontes. Vai encontrar tudo tim tim por tim tim. Até o afiadíssimo Malafaia, apoiador ferrenho de Bolsonaro, foi às redes indignado. 👇

Já eleito, Kassio vota contra a Lava Jato e a favor de Lula. 

-O segundo petista indicado é André Mendonça. E deverá ser avaliado e aprovado no Senado pra ocupar o cargo, para o qual foi indicado por Bolsonaro. 

Em 2002, ele publicou um texto na Folha de Londrina exaltando a vítoria do petista Luís Inácio Lula da Silva para o seu primeiro mandato, dizendo que o “coração do povo” se enchia de esperança”.

Em 2010, foi nomeado advogado geral da união por Toffoli. Até um livro ele e Alexandre de Moraes escreveram homenageando Dias Toffoli.

Bolsonaro não é contra o “sistema”, ele é parte do sistema. 

Caso Bolsonaro fosse contra o sistema, teria agido e peitado o STF e os políticos, da mesma maneira que vem gritando pelo voto impresso pelas pautas que mudariam o Brasil, como –  O pacote anti crime do Moro. Deveria ter gritado pelo fim do Foro Privilegiado. Deveria ter brigado pelo fim dos privilégios dos políticos. Deveria ter brigado pelo voto distrital. 

O voto impresso não era prioridade, já que, é o presidente que decide duas das sete pessoas que integram o TCE. 

Estão todos de mãos dadas pra nós roubar. Todos eles são contra a Lava Jato, acabaram com a Lava Jato. E se eles são contra a Lava Jato, nós que queremos viver em um País melhor, somos obrigados a defender a Lava Jato. 

Precisamos nos unir. Não há outro jeito. Ou acabamos com eles, ou eles acabam com nós.

 
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Publicado por em 08/09/2021 em Brasil

 

Faz tempo?

Faz muito tempo que não publico aqui. Pelo menos uns dois anos, acredito. Fiz algumas postagens aqui, a favor do governo Bolsonaro – na realidade …

Faz tempo?
 
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Publicado por em 07/16/2021 em Brasil

 

As árvores, como tela

As árvores são um bem inestimável, que contribuem de maneira direta o equilíbrio e o ecossistema em que vivemos.

Pensando nisso, artistas do mundo inteiro vêm se debruçando através da arte, para conscientizar as pessoas, a importância e a preservação do meio ambiente.

Entre tantas obras conceituais e ou, de instalação, trago imagens do artista grego, Konstantin Dimopoulos. Ele utiliza árvores vivas como tela, criando um efeito impactante na psique das pessoas.

Na obra intitulada de “The Blue Trees”, Dimopoulos utiliza a cor azul, para enfatizar a importância das árvores para a sobrevivência do Planeta. Não sendo a cor natural, ele provoca as mais diversas reações no espectador, levando-nos a questionar o quão importantes são as árvores e como elas passam despercebidas no nosso dia a dia.

O pigmento utilizado é produzido a base de água e biologicamente seguro, dessa maneira a cor desaparecerá gradualmente dos troncos e estes retornarão ao estado natural ao final de alguns meses.

Imaginem nós vendo imagens como essas? Deve ser muito surreal. ❤️

 
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Publicado por em 06/26/2021 em Brasil

 
 
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