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Arquivo da Categoria: Brasil

Feliz Páscoa a todos ♥️

Reza a lenda que mãe muito pobre queria dar alguma coisa para seus filhos no dia de páscoa. Procurou várias maneiras, pensou em muitas possibilidades… mas os poucos recursos barraram suas pretensões. Porém, ao olhar para alguns ovos de galinha, teve uma idéia: cozinhou e pintou cada um deles com cores vivas para dar de presente às crianças. Assim, na manhã da páscoa, acordou mais cedo e arrumou os ovos em um ninho improvisado no fundo do quintal. Quando as crianças acordaram e finalmente decidiram ir brincar no quintal, avistaram os ovos coloridos. No mesmo instante, porém, um coelho que passava por ali, assustou-se com o barulho e correu saltitando por entre os ovinhos. “Ovos coloridos e tão diferentes só podem ter sido trazidos pelo coelho”, pensaram as crianças e, assim nasceu a crença de que o coelho entrega os ovos na páscoa.

https://youtu.be/TFdNdv1JiVI

 
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Publicado por em 04/20/2019 em Brasil

 

O partido de estimação de Moçambique

Moçambique tornou-se independente de Portugal em 1975. Após a independência, o poder passou a ser controlado por marxistas/comunistas aliados aos países do bloco socialista. Entre 1977 a 1992 o País mergulhou em um conflito cívil. De um lado guerrilheiros (FRELIMO) do movimento comunista contra guerrilheiros da (RENAMO) movimento de resistência ao comunismo. No conflito um milhão de pessoas morreram de fome, muitos sofreram amputações por minas terrestres e outros tantos deixaram o País.

Entre 1975 até 1986, (11 anos) o presidente Samora Moisés Machel do partido comunista presidiu o país até sua morte. Seu sucessor Joaquim Chissano, também do partido comunista, presidiu o País até 2005 (18 anos). Depois foi a vez do comunista Armando Guebuza, (10 anos). Em 2015 assume Filipe Nyusi e é claro, comunista, está no poder até hoje.

Moçambique diz precisar de 113 milhões de euros para as próximas eleições que deverá acontecer no 15 de outubro de 2019. A pergunta que fica é: Pra quê? Já que outro comunista irá se apropriar do poder.

Quase todas as dívidas antigas que Moçambique contraiu ao longo dos anos, foram perdoadas, incluindo aí a dívida que o País tinha com o Brasil. Escândalos de corrupção, dívidas ocultas, e mais dívidas foram firmadas pelo governo de forma sigilosa, o que elevou a dívida para mais de 135% em 2017.

O país é um dos piores do mundo pra se viver. Ele é considerado como um dos mais pobres e menos desenvolvidos do mundo. Segundo dados da UNICEF 55% da população vivem abaixo da linha de pobreza. A expectativa de vida é de até 50 anos. A mortalidade de menores de cinco anos é a maior do mundo. Uma em cada duas crianças moçambicanas sofre de desnutrição crônica, responsável por 15% da mortalidade infantil. Cerca de 20% da população é portadora do vírus da AIDS. Moçambicanos tiveram que deixar suas terras na marra para que grandes mineradoras pudessem se instalar.

O que não falta em Moçambique são as ONGs e afins. Todas pedindo dinheiro há décadas para os miseráveis. Cada saber se a maioria delas está ajudando ou enchendo os bolsos, já que nunca há uma melhora na condição do povo.

O que está errado afinal?

Tamanhos de Moçambique

Região afetada pelo ciclone idai

 
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Publicado por em 04/18/2019 em Brasil

 

O engodo da educação

Paulo Freire alcançou notoriedade em 1963, com o mutirão de alfabetização em Angicos (RN). O convite partiu do governador, Aluísio Alves pai do ex-deputado Henrique Eduardo Alves, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na operação Lava Jato.

Freire ficou famoso por “alfabetizar” pessoas em apenas 40 horas. O então presidente João Goulart, o ministro da Educação, alguns governadores, a imprensa nacional e internacional acharam aqulilo lindo e convidaram Paulo Freire para dirigir o Programa Nacional de Alfabetização.

Em 2 de Abril, aconteceu a quadragésima hora de aula dada e em maio de 1963 houve a primeira greve em Angicos.

Quando foram conferir se haviam aprendido, os alunos não sabiam mais que algumas palavras e frases decoradas. O processo deixou claro que as quarenta horas eram insuficientes para a alfabetização.

Indagado sobre a ineficiência do programa, quando exportado para Guiné-Bissau, o próprio Freire justificou alegando que “não funcionou porque a língua portuguesa seria opressora naquele país”.

Em um País onde 50% da população era analfabeta, essa proposta caiu como uma luva para políticos. Até Freire certa vez confessou que nem método de ensino tinha, embora tenha ficado famoso justamente por deixar pensarem que tinha um.

Eis o que disse em 2007 a viúva do educador, Ana Maria Araújo Freire, sobre o método em uma entrevista a Univali:

“Como a época era de um período de efervescência política pré-revolucionária, que acreditava que o Brasil ia fazer uma revolução mais à esquerda do que vinha sendo sempre ou à esquerda do que sempre conhecíamos na história, difundiu-se que era possível alfabetizar-se em quarenta horas. Na verdade, esse foi o tempo que se levou para que os e as alfabetizandos se apropriassem do mecanismo da articulação das sílabas na formação de outras palavras. Palavras que tinham envolvimento com o questionamento que a sociedade fazia naquele momento histórico e social sobre nosso passado colonial e sob a tutela do capitalismo imperialista”. 

A ideia era, fazer de conta que Freire ensinava, os alunos pensar que estavam aprendendo, enquanto a ideologia marxista era incutida e repassada.

Mesmo assim o cara veio sendo endeusado e tido como o grande “educador”. Seus livros não falam do processo de ensino-aprendizagem, não orientam o professor, não expõem a importância da família e nem sugestões para uma melhoria do cenário educacional. O que ele soube ensinar foi a luta de classes.

Paulo Freire participou da última grande reforma educacional brasileira, ocorrida em 1996 durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Tal reforma deu origem à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira, cujos resultados estão aí para todos nós vermos. Nossa educação continua atrasada, doutrinária e fraca.

Pensa pessoal, pensa!

https://youtu.be/Q2bwEHwIWaw

 
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Publicado por em 04/16/2019 em Brasil

 

Irã

O Líder Supremo está acima de todas as autoridades. Ele é eleito para cumprir um mandato vitalício. É responsável por determinar os caminhos da política e por mediar as decisões entre os poderes executivo, legislativo e judiciário. Além de comandar as Força Armadas com total autoridade, até para declarar guerra a outras nações. É responsável pela nomeação das maiores autoridades do poder judiciário. Tem poderes acima do presidente da República, podendo dispensá-lo caso o considere insustentável no cargo.

O aiatolá Ali Khamenei é esse homem e é ele que detém o comando há 29 anos.

O regime chamado teocrático, enfrenta os protestos com extrema violência e atribui a crise sempre à outrem, acusando os Estados Unidos, Israel e Arábia Saudita.

O regime do Irã executou 4.000 a 6.000 gays e lésbicas desde a Revolução Islâmica de 1979, diz WikiLeaks. O Irã é um dos oito países do mundo em que a homossexualidade é crime e pode ser punido com a morte.

Através da Sharia, a mulher é tratada como uma cidadã de segundo classe. Elas devem ser circuncizadas (ter o clítoris cortado fora). As mulheres muçulmanas só podem casar com homens muçulmanos, já homens muçulmanos podem casar com mulheres de outras religiões. Elas são obrigadas a usar o véu à partir dos 7 anos. Caso não obedeça, a mulher deve apanhar, mas não no rosto e nem com força suficiente para quebrar algum osso.

Já o homem pode se casar com até quatro mulheres, além de ter escravas sexuais. Meninas de 13 anos são obrigadas a casar, inclusive eles podem se casar com suas filhas adotivas.

Depois de ler um pouquinho sobre a ditadura no Irã, é de extrema importância saber que, em sua conta oficial no Twitter, Mahmoud Ahmadinejad (ex presidente do Irã) escreveu para o “señor Lula”:

“Em todo o mundo, os inimigos dos amantes da liberdade usam táticas semelhantes para suprimir libertadores”.

A última notícia sobre o Irã é de que a teocracia ofereceu ao ditador Nicolás Maduro o envio de soldados da Guarda Revolucionária para protegê-lo.

Em resumo: os ditadores se apoiam, se protegem e se alinham contra qualquer tipo de liberdade individual.

Que livramento senhoras e senhores. 🙌

 
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Publicado por em 04/16/2019 em Brasil

 

“Ditadura nunca mais”

Um breve resumo:

Maria do Rosário recebeu o ‘carinhoso’ apelido de ‘Maria dos presidiários’ nas redes sociais, depois de defender os assassinos e estupradores de Felipe Caffé e Liana Friedenbach.

O casal de namorados tinha ido acampar e foi dominado pelo Champinha e seus comparsas.  Felipe de 19 anos, foi assassinado com um tiro na nuca, e Liana de 16 anos, virou refém dos bandidos. Ela foi torturada e violentada por quatro dias, até ser morta.

Quatro adultos foram condenados. Champinha nunca foi a julgamento, pois na época tinha 16 anos. Após cumprir três anos de medidas socioeducativas, médicos o diagnosticaram com transtorno de personalidade, ou seja, alguém incapaz de viver em sociedade. Ele vive até hoje internado em um estabelecimento criado pelo governo do Estado de São Paulo.

Na ocasião, Maria do Rosário defendeu o não-cumprimento de pena do estuprador e assassino, pois era “apenas uma criança”. Bolsonaro, por outro lado, defendeu a redução da maioridade penal e a prisão de Champinha.

No Congresso, os deputados discutiam:

A deputada petista chamava Bolsonaro de estuprador, até ouvir dele a frase:

⁃ “Só não te estupro porque você não merece”.

E foi dessa maneira que surgiu entre os internautas, o chamamento “mito” para Bolsonaro.

Enquanto a esquerda gritava, machista, viúvo da ditadura, agressor de mulheres, torturador… mais as falas de Bolsonaro xingando-a, repercutiam como bálsamo no ouvido para grande parte da sociedade. Afinal, vinhamos percebendo no discurso e nos atos da esquerda, a mão de ferro que se aproximava.

Toda a retórica contra a polícia, a vitimização de marginais, o aumento assustador da criminalidade, o agigantamento da corrupção, o aparelhamento das instituições, o endeusamento cada vez maior a Chê, Fidel, Marx… tudo isso e muito mais, criava em torno de Bolsonaro a última trincheira de esperança.

Eles, os petistas e seus puxadinhos, sempre souberam fazer da mentira uma verdade absoluta. Provavelmente acreditam na própria mentira.

Milhões foram gastos com artistas de renome e ou “artistas produzidos” para defende-los. Nas TVs abertas, todas propagandas eram apenas de estatais ou de grandes empresas amigas beneficiadas pelo BNDES com juros subsidiados. O dinheiro dos contribuintes escorria para grandes obras nos países vizinhos e africanos, todos com a mesma ideologia do PT.

A história do País vinha sendo reescrita, com o lero lero comunista de Paulo Freire. Criaram a Comissão da Verdade pra humilhar militares. América Latina, estava sob o controle do Foro de São Paulo. Os heróis já não eram mais heróis.

Cargos foram distribuídos para todos amigos petistas. José Dias Toffoli, ex advogado do PT e reprovado no concurso pra Juiz, ganhou uma boquinha no STF.

Escolas, prédios, hospitais, ruas e viadutos.. passaram a receber nomes como Marighella, Lamarca, Prestes, Chê Guevara… Até seção solene na câmara dos deputados pra homenagear Karl Marx, aconteceu. Lula criou a guarda nacional e Dilma decretou que esta seria subordinada a ela e aos ministros. Durante copa do mundo Dilma tentou aprovar mais um passo rumo a ditadura bolivariana, com a tal Política Nacional de Participação Social …

Cabe sempre relembrar, no período de 2003 a 2015, a dívida pública que antes era de R$ 839 bilhões, passou para quase R$ 4 trilhões. A conta dessa dívida, é minha, sua, nossa.

Eu poderia passar listando linhas e linhas sobre, tudo de ruim que o PT fez e tentava fazer a esse País e, de como tentavam os velhos comunistas, que antes exilados, se manter no poder e fazer o mesmo aqui, que fez o comunista Chávez em seu País; aliás com dinheiro e aval do Lula ladrão.

Mas nada disso iria adiantar, afinal quem foi doutrinado pelo lulopetismo, nunca vai enxergar um palmo na frente do nariz.

A que ponto chegamos! Brasileiros defendem ladrões e mentirosos, enquanto a livre expressão vem sendo condenada.

Será que vamos conseguir um dia, nos livrar de todo esse mal?

O petismo piorou o que já era perverso.

Vai lá, grite Lula livre!

 
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Publicado por em 04/11/2019 em Brasil

 

A História Não Contada de 1964

Por que intelectuais, jornalistas, historiadores, professores e escritores tem tanto ódio dos militares brasileiros?

A razão jamais divulgada, até hoje, é essa.

Uma semana depois de assumirem o governo, os militares patrocinaram uma emenda constitucional que se tornaria o maior erro deles.

Promoveram a emenda constitucional número 9 de 22 Julho de 1964, e logo aprovada 81 dias depois.

Essa emenda passou a obrigar todo jornalista, escritor e professor deste país a pagar imposto de renda, algo que nenhum deles fazia desde 1934.

Pasmem!

Este é um dos segredos mais bem guardado pelos nossos professores de história, a ponto de nem os novos militares, jornalistas, professores de história e escritores de hoje saberem o que ocorreu de fato.

Além de serem isentos do IR, jornalistas tinham financiamento imobiliário grátis, voos de avião grátis, viviam como reis.

Nenhum livro de história, nenhum jornalista de Esquerda jamais irá lhes lembrar que o Artigo 113, 36 da Constituição de 1934 e repetido no artigo 203 da Constituição de 1946, rezava o seguinte.

203 .“Nenhum imposto gravará diretamente a profissão de escritor, jornalista ou professor.”

Por 30 anos foi uma farra, algumas faculdades vendiam diplomas de jornalista “até arcebispo era jornalista.”

Por 30 anos esse favoritismo classista era um nó na garganta de nossos médicos, enfermeiras, bombeiros, policiais e militares, que se sacrificavam pelos outros sem reconhecimento.

Que mérito especial tinham esses privilegiados, além o de poderem chantagear governos, que muitos faziam?

Especialmente os privilegiados de Esquerda, pois o Imposto de Renda é o imposto que por definição distribui a renda dos mais ricos para os mais pobres.

Hipocrisia intelectual maior não há.

Até a família Mesquita entrou na justiça pleiteando a isenção dos lucros do Estadão, alegando que os lucros advinham de suas profissões de jornalistas.

Só que com esta medida os militares de 1964 antagonizaram, em menos de dois meses de poder, toda a elite intelectual deste país.

Antagonizaram aqueles que até hoje fazem o coração e as mentes dos jovens.

“Grande parte dos jornalistas que tiveram suas crônicas coletadas para este livro, Alceu de Amoroso Lima, Antônio Callado, Carlos Drummond de Andrade, Carlos Heitor Cony, Edmundo Moniz, Newton Rodrigues, Otto Lara Resende, Otto Maria Carpeaux, entre outros, foram aqueles que logo se arrependeram do apoio dado ao golpe.”

Essa gente apoiou a luta pela democracia, ela só se tornou golpe depois da PEC que tirou seus privilégios classistas.

“Jornalistas apoiaram o regime, mas antes dele fazer aniversário de um ano, já eram adversários do regime que ajudaram a instalar”, continua Alzira Alves.

Só porque mexeram no bolso dos jornalistas e historiadores, dos intelectuais a professores, numa medida justa, democrática, e que combateu a má distribuição da renda, que esses canalhas incentivavam.

Se os militares fossem de fato de Direita, como jornalistas, professores de história e escritores não pararam de divulgar, eles teriam feito o contrário.

Eles se incluíram nesta lista classista.

Mas foram éticos e não o fizeram.

Jornalistas também não pagavam imposto predial1, imposto de transmissão1, imposto complementar2, isenção em viagens de navio, transporte gratuito ou com desconto nas estradas de ferro da União, 50% de desconto no valor das passagens aéreas e nas casas de diversões. 3,4

Devido a estas isenções na compra de casa própria, a maioria dos jornalistas tinha pesadas dívidas, e a queda de 15% nos seus salários causou sérios problemas financeiros e familiares.

Some-se a inflação galopante que se seguiu, o baixo crescimento do PIB, e levaria uns 10 a 15 anos para esses jornalistas, escritores e professores recuperarem o padrão de vida que tinham antes.

O “golpe” que os militares causaram foi esse.

Contra os intelectuais e não contra a nação.

Não é de se espantar que passados 50 anos os militares continuam sendo perseguidos por comissões da verdade, reportagens, e tudo o mais, apesar dos militares hoje serem outros.

Foi uma desfeita e tanto.

Colocaram estas classes a nu, calhordas que todos eram, porque todos se beneficiaram sem exceção.

Em 2013, a Revista Exame da Editora Abril, comenta esta isenção da seguinte forma.

“A isenção (infelizmente) foi revogada em 1964, por meio da Emenda Constitucional nº 9 de 22 de julho de 1964.”

Infelizmente? A Exame achava essa isenção justa? Mesmo 40 anos depois?

Alberto Dines, do Observatório de Imprensa, em 2012 comenta:

“Getúlio, muito inteligentemente, atuou para melhorar o padrão social do jornalista. A legislação do Getúlio nos deu grandes vantagens.”

Alberto Dines apoiaria ainda hoje esse privilégio?

Em discurso no dia do Professor na Associação do Ensino Superior, seu presidente conclama:

“Os professores mais antigos devem sentir saudades dos tempos em que os professores eram respeitados e valorizados, como acontecia, por exemplo, durante a vigência da Constituição Federal de 1946 artigo 203.“

Por que então os militares foram tão burros, segundo Alberto Dines, de se indispor justamente com a imprensa?

De serem acusados de desrespeitar e não valorizar os professores deste país?

Por que foram fazer esta medida logo no início, quando ainda estavam com outros problemas para resolver, e não cinco anos depois, por exemplo?

Por que pretendiam ficar pouquíssimo tempo.

Castelo Branco de fato pretendia ficar 18 meses, somente até o fim de mandato de João Goulart.

Essa PEC é a maior prova disso, mas antes de irem embora, era preciso corrigir essa malandragem classista.

Agora vem o pior.

Foi esta súbita mudança de tom dos jornalistas, professores de Sociologia, História, Política e Ciências Sociais, que assustou a ala mais radical do Exército a não devolver o poder como Castelo pretendia.

Foi essa hostilidade, e os preparativos feitos em Ibiúna por José Serra e José Dirceu, que mostraram que a democracia continuava em risco.

Quero deixar bem claro que não conheço nenhum militar, tudo aqui é fruto de pesquisa na Internet.

Notas de Rodapé.

1 Art 27 – Durante o prazo de quinze anos, a contar da instalação da Assembleia Constituinte, o imóvel adquirido, para sua residência, por jornalista que outro não possua, será isento do imposto de transmissão e, enquanto servir ao fim previsto neste artigo, do respectivo imposto predial.

2. LEI Nº 986, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1949.

3. Jânio de Freitas “Até a década de 60, os jornalistas gozaram do privilégio, por exemplo, de não pagar Imposto de Renda e de só pagar 50% das passagens aéreas. Uma das consequências, para citar uma de tantas, era o grotesco princípio de gratidão que proibia publicar-se o nome da companhia de avião acidentado.”

4. Alberto Dines “O Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro era uma agência de viagens. Era uma corrupção tremenda.”

5. antes da regulamentação, todo mundo era “jornalista”. Todos queriam os mesmos privilégios da isenção do Imposto de Renda e desconto de 50% nas passagens aéreas. Até o arcebispo tinha carteira de jornalista.

Stephen Kanitz

 
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Publicado por em 03/30/2019 em Brasil

 

Xing Ling

O Partido Comunista Chinês, tem procurado, eliminar as expressões religiosas nos Campos de Xinjian. Na China, os assuntos religiosos como budismo, taoismo, islamismo ou cristianismo estão atribuídos a congregações e sob a tutela do PCC.

Organizaçoes não governamentais estimam que as autoridades chinesas detém possivelmente mais de 1 milhões de uigures, cossacos e outros membros de minorias muçulmanas nos campos de concentração.

Especialistas em direitos humanos da ONU expressaram preocupação a respeito.

A cidade chinesa de Cantão vem oferecendo 10.000 yuan (mais de 1.300 euros) por informações sobre grupos religiosos e, estrangeiros e ilegais.

Ex detentos relataram maus tratos e violência e dizem que foram forçados a criticar o islã e a sua própria cultura, e a jurar lealdade ao Partido Comunista.

Pequim enfrenta crescente pressão diplomática devido às acusações e, governador da região, afirma que os “centros de treino vocacional” vão desaparecer quando a sociedade deixar de precisar deles.

Moral da história:

A China prende um número grande de muçulmanos, enquando assistimos o silêncio dos países de maioria muçulmana pois recebem dinheiro asiático.

Isso que eu chamo de ‘tapa boca’!!!

 
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Publicado por em 03/30/2019 em Brasil

 
 
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