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Meu Pet, minha vida

Quando eu era pequena, o cachorro da família cuidava da casa. Não entrava dentro de casa, era tratado com os restos que sobrava do almoço e vivia solto, pois não havia cercas ou grades.

Hoje tudo mudou. Mesmo que nunca, fosse permitido maus tratos com animais, nos últimos 30 anos os debates se intensificaram, leis e associações protetoras foram criadas, para assegurar o bem estar animal.

Graças ou desgraças a essas discussões, milhares de gatos, cachorros, papagaios, cobras e lagartos… hoje dormem com os “papis” e as “mamis”, comem rações especiais e vivem como verdadeiros reis. E se entrar algum desconhecido no pátio, provavelmente os peludos irão abanar o rabo.

Falo isso, pois ontem foi aprovado um projeto de lei no Senado, onde classificaram os animais como sujeitos de direitos, com acesso a tutela jurisdicional. O apelo sentimental quanto a esse tipo de lei pode até parecer bondoso, porém a obsessão em tentar frear os maus tratos, vai criando uma tropa de militantes agressivos que nunca irão parar.

Pra se ter uma ideia do tamanho da loucura, a ONU vem pedindo para que os humanos comam menos carne, mesmo sabendo que, a falta da proteína animal à longo prazo, prejudica o funcionamento do cérebro. Outra retórica que vem sendo debatida é, não tenham filhos, tenham cachorros e gatos. Além disso, há uma visível desvalorização do ser humano. É preciso lembrar, o ser humano não pode ser substituído.

Não é de se duvidar que daqui há 30 anos, os animais terão SUS, cotas nas faculdades, direito a férias, décimo terceiro e por aí vai. Mesmo sabendo que eles continuarão a miar, rosnar, latir, grunir, uivar, mugir… E talvez no futuro, será proibido ao ser humano comer qualquer tipo de carne. Então virão os “plantanos”, processar os veganos, para salvar todas as espécies de plantas.

Madame Bê

 
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Publicado por em 08/09/2019 em outros

 

Apenas uma reflexão…..


“AH, VAMOS EMBORA, BEM, NÃO É NADA, NÃO, É LIVRO”

Uma carreta lotada tombou na BR 381, derramando toda a carga. Em minutos, uma multidão das redondezas já estava no local, para saquear. 

Mais pessoas foram chegando, com um ponto de interrogação na testa tatuado: iogurte, computador, salsicha, cerveja, latas de goiabada, caixotes de abacaxi? 

Como bichinhos num pedaço de doce, formigaram em cima do acidente. Viraram e reviraram tudo, com avidez de garimpeiro buscando a grande pedra, mas ninguém carregou nada. 

Respeito ao patrimônio alheio? Não, desinteresse mesmo. Por telefone, o motorista recebeu esta ordem da empresa na qual trabalha: “Tem seguro, deixe que carreguem”. 

O carreteiro liberou: “Pode levar, gente”. Não era mais furto, era presente, mas, exceto três crianças, ninguém carregou nada. 

Frustrada, sem iogurte, computador, salsicha, cerveja e latas de goiabada, a multidão foi embora, deixando para trás montes e montes de caixas. 

Romances, biografias, poesias, contos, crônicas: João Cabral, Marcelo Mirisola, Diego Moraes, Affonso Romano, Luís Giffoni, Manuel Bandeira, Santiago Nazarian, Ignácio de Loyola, Dalton Trevisan, Drummond, Machado, Adélia Prado, José Roberto Torero, João do Rio, João Ubaldo, Humberto Werneck… 

O local já estava deserto – só o motorista aguardando guincho – quando um carro parou perto. Saiu do veículo um membro da alta cúpula do governo municipal de Itabira. 

Olhou, olhou, viu tudo, voltou e disse à mulher dele: “Ah, vamos embora, bem, não é nada não, é livro”

Apenas uma reflexão…..O Trem Itabirano-Marcos Mendonça

 
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Publicado por em 09/30/2017 em outros

 
Nota

Nada foi mais desastroso para a esquerda mundial do que as redes sociais.Sem o filtro da “grande mídia” e permitindo o contato direito com pessoas e ideias, sobretudo aquelas que a mídia tradicional ficou décadas ignorando, as redes sociais permitiram que liberais, libertários, conservadores, reacionários, atrizes, cantores, apresentadores, jornalistas, youtubers e toda sorte de pessoas que a “grande mídia” normalmente jamais daria atenção aparecessem.

Para ajudar, surgiram políticos que não seguiram a pauta midiática padrão (sacrilégio!) e ganharam eleições apesar de toda a campanha contrária a eles. “Como isso é possível?”, deve imaginar o editor-chefe da CNN ou da Rede Globo. Agora mesmo, se você entrar em um site especializado, vai perceber como eles ainda não entenderam o que está acontecendo.

E a mídia não foi a única a sentir o baque: “movimentos sociais” que no fundo não passam de puxadinhos de partidos políticos, professores de esquerda cada vez mais contestados pela doutrinação que chamam de aula, institutos de pesquisas ridicularizados por não acertarem resultados, “justiceiros sociais” que passaram anos atacando em bando aqueles que não pensavam como eles agora são vítimas do próprio veneno, “artistas” que querem “lacrar” com o dinheiro dos pagadores de impostos sem contestação… eles, sem exceção, têm suas máscaras caindo nas redes sociais diariamente.

Você pode achar o resultado disso belo e moral ou feio e grotesco, afinal, quando há liberdade, todos saem de seus bueiros. Mas liberdade é assim: liberdade para concordar, criticar, boicotar, debater e até xingar. Até mesmo para discordar da sua visão de mundo, olha só que absurdo?

Uma coisa, entretanto, é certa: a era dos mercenários de informações acabou. Essa é a era do livre mercado de informações e, como em todo livre mercado, os piores tendem a sair do mercado no longo prazo. E esse processo – irreversível – já começou.

Marcelo Faria

Novas ideias

 
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Publicado por em 09/23/2017 em outros

 

A Situação da Venezuela

A Venezuela, que possui uma das maiores reservas de petróleo do mundo, não consegue mais alimentar sua população. O regime bolivariano destruiu a economia e produziu uma inflação de 720%, segundo o FMI. O país, que há algum tempo exportava alimentos, vive uma fome que obriga milhares de venezuelanos a procurarem alimentos no lixo ou até a comerem cães. A escassez de alimentos e a queda no poder de compra dos venezuelanos fizeram que mais de 80% da população tenha perdido peso, uma média de 8 ou 10 quilos nos últimos tempos.

As pessoas roubam alimentos. Muitas mulheres com crianças nas costas procuram a comida no lixo. No campo, roubam-se nas fazendas, das árvores frutíferas até as abóboras no chão, o que agrava a miséria dos agricultores afetados pela escassez de sementes e fertilizantes. As empresas agrícolas que o regime comunista expropriou, incluindo as fazendas, fábricas de leite e distribuidores de fertilizantes, estão fechadas.

A desnutrição é endêmica e agravada por uma interrupção dos cuidados de saúde. Doenças que já foram erradicadas no mundo livre voltaram a aparecer. Não há Fórmulas para bebês. Sem leite e sem medicamentos, as crianças que chegam em estado crítico no hospital recebem uma “fórmula nutricional”, baseada em leite de arroz ou banana e queijo. Elas estão destinadas a morrer ou sofrer sérios problemas neurológicos caso sobrevivam.

As pessoas correm atrás dos caminhões de lixo. É a corrida diária para sobreviver com as sobras. Maduro ameaçou fechar as lojas que levam o lixo para a rua, para evitar que as pessoas lutem por ele. Vê-se, diariamente, milhares de pessoas com seus olhos tristes e suas caminhadas lentas e cansativas procurando no lixo a provável única porção de comida do dia.

Mais uma indicação da fome vivenciada no país, sob a tirania de Maduro, é a escassez que também deixou os jardins zoológicos sem alimentos para os animais que morrem de fome.

A falta de remédios tornou-se uma tragédia.

As políticas socialistas têm dizimado o sistema de saúde deixando hospitais sem antibióticos, cirurgiões sem suprimentos ou tecnologia para salvar vidas. Uma simples crise de asma pode ser fatal, pois não há com que tratá-la e isso causa a morte de pacientes nas salas de emergência.

Milhares de pacientes psiquiátricos estão com episódios psicóticos, pois o país ficou sem medicação. Esses pacientes cometem suicídio ou, mesmo, matam seus familiares. As instituições mentais decidiram descarregar ou rejeitar milhares de pacientes porque não podem mais tratá-los.

As cenas em hospitais psiquiátricos são assustadoras. A escassez de alimentos transformou os pacientes em esqueletos que relembram imagens de prisioneiros em campos de concentração. A Venezuela já produziu a maioria dos remédios que sua população precisava. Mas depois da nacionalização promovida por Hugo Chávez, não há mais nada.

Todas as portas democráticas estão fechadas e o regime perpetua a fome para controlar a população. Enquanto a tirania de Maduro dá milhões de dólares para outros países e a “oposição” só pensa em eleições, a população padece na fome.
Texto da Venezuelana Emma Sarpentier

 
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Publicado por em 09/18/2017 em outros

 
Citação

O mal que carrega como lema “uma sociedade justa e igualitária”, nunca passou por um País sem deixar destruição e mortes.

Abaixo relatos de pessoas que passaram pelo Camboja, e comentam suas impressões do que lá passou, nos anos 70 e subsequentes. Época em que o País enfrentou uma séria guerra civil, culminando com a entrada do brutal Khmer Vermelho no poder.

Liderados por Pol Pot, o Khmer Rouge (ou Khmer Vermelho), comunistas cambojanos, deixaram rastros de mortes e fome. 

“Em uma região central de Phnom Penh, o que costumava ser uma escola secundária, passou a ser uma prisão e centro de tortura por onde passaram mais de 20 mil pessoas. O complexo foi todo cercado de arame farpado e fortemente vigiado. Dentro do que antes eram salas de aula, foram construídas minicelas onde os prisioneiros eram mantidos, muitas vezes acorrentados, sem qualquer tipo de atendimento básico. Estamos falando de falta de comida, água, etc., além de sessões de torturas que incluíam espancamentos, jatos de água gelada e coisas muito pior que preferimos nem falar…Dos mais de 20 mil prisioneiros (alguns números apontam 25 mil), apenas 12 sobreviveram. Veja bem, não são 12 mil, são só 12 (uma dezena mais duas unidades!!) que conseguiram sair do local com vida!”

“A poucos minutos do centro de Phnom Penh, chegamos ao famoso Killing Field Choeung Ek. Como o nome já diz, é um campo de matança, local para onde, depois que não havia mais espaços para enterrar os mortos no Tuol Sleng, eram levados os prisioneiros para serem assassinados e enterrados. Houve muitos killing fields, mas o mais famoso é justamente o Choeung Ek, pois está na capital, cercado de casas e arrozais. Lá foram mortas mais de 10 mil pessoas.”

“Logo de cara, há um monumento onde são mantidas enormes quantidades de ossos de adultos e crianças, muitos deles com diversas marcas de traumas. Há ali mais de 5 mil crânios. E é caminhando por lá que você vai se deparar com as terríveis histórias que se passaram pelo local. Por todo o espaço, há enormes buracos pelo chão, mais parecendo um campo minado, ou após um ataque aéreo… Todos eles continham grandes quantidades de ossadas, formando valas comuns para enterro em massa, com camadas de corpos que eram acomodados uns sobre outros.”

“Conforme você vai caminhando pelas áreas cercadas de arrozais, pedaços de ossos, como tíbia, fêmur, dentes, além de pedaços de roupas, vão despontando da terra como se fossem capim. As chuvas vão, aos poucos, revelando mais e mais esqueletos que ainda se escondem pelo terreno. Se já não bastasse isso, somos informados que, para economizar munição, os carrascos do local matavam pessoas com porretes, martelos, machados, facas, enxadas, foices ou qualquer objeto que pudesse alcançar seus objetivos com o menor custo possível. O que poderia tornar o local mais agradável, as palmeiras que cercam as valas, eram, na verdade, utilizadas também como armas: em suas folhas há cerdas que as transformam em verdadeiros serrotes, nas quais muitas cabeças foram degoladas.”

“No meio dessa paisagem, destaca-se uma árvore repleta de fitinhas amarradas. A descrição a seguir é estarrecedora: essas fitas representam as milhares de crianças (algumas com menos de um ano de idade) que foram mortas da maneira mais cruel que se pode imaginar: Seguradas pelos seus calcanhares, os carrascos as arremessavam continuamente contra o tronco da árvore até que fossem consideradas mortas. Uma das primeiras pessoas que chegaram ao local após a tomada pelos vietnamitas afirma que ainda era possível ver massa encefálica espalhada pelo tronco, além de muitas manchas de sangue. Não há como não sentir um frio dentro da gente.”

“Estamos falando de quase 2 milhões de pessoas barbaramente assassinadas, mas que, para o ocidente, parece que não mereceram a mesma atenção que foi dada aos europeus mortos na Segunda Guerra.”

“Hoje, conversar com qualquer cambojano com mais de 30 anos é ouvir histórias em primeira pessoa do que ocorreu durante a padevath (revolução, no idioma khmer). Yun Thy, 33, motorista de táxi em Phnom Penh, conta que sua família foi enviada a uma cooperativa agrícola logo após o 17 de abril. Seus pais labutavam o dia inteiro nos arrozais, mas no final do dia todos estavam passando fome. “Minha mãe caçava sapos enquanto trabalhava e os trazia para me alimentar à noite. Mas era sempre escondido. Se a pegassem, não sei o que poderia acontecer”.”

“Uma paranóia stalinista começou a tomar conta dos líderes do Khmer Vermelho. Todas as pessoas começaram a ser vistas como “conspiradoras em potencial” e punições injustificadas não demoraram a ocorrer.”

E pra quem gosta de filmes, recomendo ver na Netflix, ‘First they killed my father’ (primeiro mataram meu pai) dirigido por Angelina Jolie.

A produção é baseada na autobiografia da ativista cambojana de direitos humanos, amiga de Jolie, Loung Ung, que conta a história da devastação que assolou o Camboja pelo partido comunista Khmer Vermelho.

Madame Bê 

Camboja

 
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Publicado por em 09/18/2017 em outros

 

Privilégios de poucos

A indignação causada pelos gaúchos a cerca do Queermuseu, me levou de volta ao meu tão frustrante trabalho de conclusão.

Minha ideia era terminar com chave de ouro, a tão sonhada faculdade de artes. Caricaturas, era o que eu queria! Mas fui boicotada pelo professor do TCC1, que exigiu que eu começasse uma performance e a concluísse no TCC2. 

Confesso que depois do 9,7 que recebi naquele último trabalho, deixei pra trás, todo entusiasmo de vir a ser uma artista. 

Se eu gosto da arte apresentada no Santander? Não, nunca gostei! Nunca gostei de Duchamp e a sua “negação da própria arte”. Hoje qualquer parafuso vira arte, se você fundamentar filosoficamente.
E sim, o que estava exposto no Banco em Porto Alegre é arte. Para alguns pode ser boa, para outros pode ser ruim. E no mundo artístico, tua opinião pouco importa. 

O que me deixou triste não foram os desenhos ou pinturas. O que me deixou triste, foi saber que o banco se beneficiou através da Lei Rouanet pra fazer a tal exposição. 

Em primeiro lugar a lei nunca foi justa. Pois se fosse, todos artistas teriam que receber uma fatia.
Segundo, o artista que recebe o incentivo jamais deveria cobrar ingresso dos que vão prestigiá-lo.
E terceiro, e o mais assustador, somos um País com zilhões de problemas. Não sei se ainda existem rios saudáveis nesse País. 
A água que bebemos é a mesma onde o esgoto  é depositado. Pessoas vivem em barracos feitos de papelão. Milhares de pessoas não têm acesso a água potável. São “N” problemas. Por isso, ao meu ver, a Lei Rouanet deveria ser revista. 

Os nossos políticos, na sua maioria, são vigaristas e aproveitadores. Tem no mandato a vantagem de tirar proveito de qualquer investimento que é feito. Do outro lado milhares de brasileiros se vendem por qualquer valor ou favor. Até na merenda escolar há falcatruas. Infelizmente somos o povo do jeitinho. Enquanto essa “cultura de favores” não mudar, eu sou contra esse tipo de incentivo. A corrupção está enraizadoa em todos os setores. E seria difícil acreditar que não estaria no Ministério da Cultura. 

E sim, eu acho que a arte é importante num País. Eu acho que o povo deve se alimentar de cultura, esporte, etc. Mas que o dinheiro venha de setores privados, sem exonerações. Um banco como Santander não precisa de dinheiro público pra patrocinar arte ou qualquer outro tipo de evento. E por favor, essa é a minha opinião. 
Segue a obra do Hieronymus Bosch –

The Garden of Earthly Delights ( O Jardim das Delícias Terrenas) , Óleo sobre madeira, 1504.

Madame Bê 

 
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Publicado por em 09/13/2017 em outros

 

A real

Nós temos muitos problemas no Brasil. Mas tirar o PT do poder, nos livrou do mal que hoje vive a Venezuela. Não somos uma ilha e não podemos ficar imune ao sofrimento de milhares de pessoas. Os venezuelanos estão sofrendo, estão sendo oprimidos por uma ideologia maligna. Se você não concorda com a maneira como pensa um comunista, você morre. E nesse momento, jovens estão lutando contra essa ideologia. E muitos estão morrendo. Muitos deles acreditaram em Chávez. Acreditaram em Maduro. Acreditaram que a pobreza acabaria. Que viveriam uma vida boa. Acreditaram num conto de fadas. Acreditem, os políticos não tiram ninguém da pobreza. Eles não tem esse poder. Empregos tiram pessoas da pobreza.
E tu sabichão, tu mesmo, que se sente oprimido pelo capitalismo “selvagem”. Adoram essa palavra! Tu que acredita que teu patrão é mau, reclama porque ele não te diz bom dia. Vá até um banco, peça dinheiro emprestado e abra tua própria empresa. É assim fizeram todos empresários. Seja você o novo empresário. O Brasil precisa de novos empregos. E ainda vivemos num País livre. Já na Venezuela ninguém mais pode abrir uma empresa e as empresas que existiam o governo pegou pra si. Lá os sindicatos foram extintos há mais de uma década. E hoje professores, antes pró Chávez e Maduro, fazem passeatas contra a situação. 
E sim, precisamos de reformas no nosso País. Mas não essas reformas idiotas que querem nos empurrar goela abaixo. Precisamos de reformas que reformem principalmente as mordomias e os salários dos políticos. E não, Lula não vai tirar nosso País dessa crise. Porque Lula ajudou a piorar essa dívida. Lula emprestou, “doou”, o nosso dinheiro pra Cuba, Venezuela e outros tantos “amiguinhos” pra fazerem e ou continuarem com a “revolução” comunista. Dinheiro suado dos trabalhadores revertidos em impostos. Dinheiro que deveria ter sido empregado pra melhorar o SUS, as escolas, a segurança, principalmente. 
Lula se agarrou ao poder, como todos os outros. Lembrem que Lula também distribuiu dinheiro para os deputados, que nós elegemos, para que eles votassem as medidas que Lula queria que passassem. Dilma fez a mesma coisa. FHC, Sarney, e o escambau, todos fizeram a mesma coisa. Com Temer não foi diferente. Cabe a nós, nas próximas eleições dar um ponta pé em todos eles. O que não podemos é deixar que nos tirem a liberdade. Não devemos deixar que nos matem por uma ideologia. 

 

Em um País como a Venezuela, onde a maioria das pessoas trabalha apenas pra comer, não existem mais academias de ginástica, salões de beleza, lojas de roupas ou sapatos, perfumarias e tantos outros produtos de consumo, e as poucas que ainda existem logo, logo deixarão de existir. É só olhar pra Cuba.
Em apenas 50 anos, Fidel deixou casas e carros virarem sucata. Mais alguns anos tudo desaba, ou não funciona mais. Todas as pessoas em Cuba precisam fazer exatamente como o “presidente” de lá quer. Vocês conhecem alguém que quer morar em Cuba? Mas tenho certeza que já ouviram falar dos milhares que de lá fugiram enfrentando o mar em “botes” improvisados. Sem falar dos que morreram no mar tentando fugir.
Como mencionei acima, muita coisa está errada na política do nosso País. Mas acredite, o povo da Venezuela está trocentas vezes pior que nós. Temer é da mesma laia que todos os outros. Ele veio no pacote da Dilma. E sim, o Aécio também é um corrupto. E tenho certeza, de que caso soubéssemos de todas as suas falcatruas, jamais o teríamos apoiado.
Mas que fique claro, Temer não conseguiria gastar todos os trilhões que o Brasil deve hoje. Essa conta exorbitante que o Brasil deve, cresceu imensamente durante os treze anos em que o PT esteve no poder. E tenha certeza, essa conta vai ter que ser paga, e ela vem pra todos nós. E sim, eles vão precisar aumentar os impostos, para tapar o furo deixado por eles mesmos. Pare de pagar mico na net. Procure enxergar que político não é a solução.
Madame Bê 

 
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Publicado por em 08/08/2017 em outros

 
 
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