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Arquivo da Categoria: paixão

Se eu fosse homem

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Se eu fosse homem, não acharia que futebol é a coisa mais importante do mundo. Não gastaria tanto do meu tempo com meus amigos enchendo a cara de cerveja nos finais de semana. Se eu fosse homem não beberia umas e outras antes de pegar aquela gata sarada e popozuda. Se eu fosse homem não me preocuparia com o tamanho do meu pinto. Se eu fosse homem não daria tanta importância a marca do meu carro, e nem com a marca do carro do meu amigo. Se eu fosse homem o dinheiro não seria meu passaporte para felicidade. Se eu fosse homem não me casaria por conveniência, e sim por amor.

Se eu fosse homem, procuraria prestar atenção na mulher ao meu lado. E se fosse ela a escolhida, procuraria saber a flor que ela gosta; a beijaria com tesão pelo menos uma vez ao dia, a ouviria com atenção, agiria mais por impulso que pela razão, a surpreenderia sem esperar nada em troca. E se tudo isso me chateasse de alguma forma, diria a ela, que já não a amo mais e seguiria sozinho até encontrar um novo amor.

Madame Bê

 
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Publicado por em 06/16/2013 em amor, mulher, paixão

 

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Sobre o livro, 50 Tons de Cinza

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Vou tentar fazer um apanhado geral do livro 50 Tons de Cinza, tão comentado por todas mulheres. Ou você odeia, ou encara numa boa.

O livro nada mais é que um romance um pouco mais apimentado, digamos assim… trata de um casal que apesar de qualquer coisa se deseja.

Ela, uma jovem, estudante universitária, magrela, desajeitada, VIRGEM, chamada Anastasia Steele que divide o apartamento com uma amiga, no Canadá…

A amiga (gripada) pede a Anastasia entrevistar um empresário bem sucedido que em poucos dias irá entregar o diploma as duas. Ana para ajuda-la, vai até os Estados Unidos e se depara com um homem novo, bonito, charmoso, milionário, chamado Christian Grey.

Quando ela entra na sala dele, ela se esborracha (cai) no chão do escritório, talvez pra mostrar aos leitores o quanto ela é bobinha.

Bom, nos dias que seguem, ele a procura, e assim os dois atraídos um pelo outro, iniciam uma relação não tão comum.

A partir daí, ele Grey, dita as regras… pedindo a ela que assine um termo de confiabilidade, de que nada o que é feito entre os dois poderia ser mencionado a qualquer outra pessoa. Ela Ana, por já estar envolvida emocionalmente, e determinada a conquista-lo, assina… e assim é apresentada ao “quarto da dor” que ele mantem em seu apartamento.

Além de ela ter que aceitar tudo aquilo que lhe é imposto toda vez que transam… ela se compromete a obedecê-lo também fora dali, caso contrário ele lhe dará uma surra.

O romantismo do livro, está em ele, Grey, ser extremamente presente, carinhoso, atencioso, amoroso, e fazer ela gozar várias e várias vezes, mesmo quando ela está algemada, e insegura.

(Acredito que é aí que a escritora, pega as leitoras que gostam desse tipo de livro.)

O ponto alto do livro é quando ela, em uma de suas traquinagens, o desafia e acaba levando uma surra de chicote; a qual faz ela deixa-lo, apesar de saber que ele é amor de sua vida.

E termina quando ela abre a guarda e os dois se reencontram.

Sadomasoquismo? Não achei que tivesse não. A não ser umas amarradinhas aqui e ali, nada que uma mulher e um homem não possam fazer. Porém a escritora deixa claro de que ele tem sim, algum distúrbio. É aí que entra a leitura do segundo livro 50 Tons de Cinza mais Escuros.

Se vocês gostaram desse resuminho, leiam o livro, eu gostei. (gosto não se discute)

Beijocas

Madame Bê

 
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Publicado por em 12/22/2012 em paixão

 

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Apertadinhos


Um do ladinho do outro, todos espremidinhos igual, sardinha na lata.

É assim que ficamos dentro de um avião, mal dá pra mexer o maxilar na hora do jantar

E quando você senta do lado de alguém um pouco mais cheinho, o drama é ainda maior.

Quer algo ainda pior. Imagine-se ao lado de um gordinho, com cheirinho de asa, soltando punzinhos.

Fico pensando, se batesse os bracinhos, será que voaria? he he…

Com certeza, o cara que pensou na disposição dos acentos quis sacanear todo mundo, talvez até ache graça toda vez que vê e escuta o dito cujo passar no céu.

Avião, por si só, já não é algo muito agradável de se andar. Ele me deixa assim meio…tãaaraaã. O que estou fazendo aqui?

Mas não tem jeito, se você é como eu e gosta de passear, precisa encarar esse bichinho de frente.

Boa Viagem.

Madame Bê

 
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Publicado por em 10/06/2012 em paixão

 

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Onipresente

Mente que vagueia encontra a lua e fantasia.

Sentindo sonhos constantes que acalentam.

Incendeia o corpo, desperta o pecado escondido.

Intensa, percorre entranhas e derrota solidão.

Uma brasa arde, entorpece pernas no raro prazer.

Sublime cumplicidade e concede delírios.

Recolhe imagens, palavras nunca esquecidas.

Entrega, sacia, nos dedos a devassa fantasia.

Estremece, alucina, sossega no possível invisível.

Revive, resgata prazeres secretos.

Transforma momentos sentidos em casos imaginários.

Aguarda o futuro, para além do que está presente.

Madame Bê

 
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Publicado por em 08/25/2012 em paixão

 

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Eternamente

Um vídeo feito com doçura…

Madame Bê

 

Paixão

Soube que meu filho mais velho anda apaixonado. Achei que deveria postar algo sobre. Com certeza ele irá odiar, mas vamos lá.

Quem manda no coração não é mesmo? Deveríamos ter na vida uma paixão eterna.  Daquelas que arrebata o coração, que nos deixa de perna bamba, boca seca, suando frio toda vez que vemos o amado.  

Sonhar a dois, sempre é melhor. Você cria objetivos, estabelece metas a você mesma, sorri sem ao menos saber, porque está sorrindo.  Você vê o horizonte logo ali.

Se eu pudesse dar um conselho a quem quer que seja, eu diria, apaixone-se. Apaixone-se várias vezes pela mesma mulher, pelo mesmo homem.

Apaixonado, a chuva cai mansa, o sol te envolve mais, as estrelas têm mais brilho, e a lua;  haaa… A lua fica linda, mesmo escondidinha.

Apaixone-se. Mesmo que não sejas correspondido (a). Apaixone-se.  A vida é uma só. Seja feliz agora. Não espere, pois tudo é possível, tudo pode ser perfeito, tudo no final dará certo.

Beijo no coração, meu filho….A penas seja FELIZ!

Madame Bê

 

 
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Publicado por em 07/03/2012 em paixão

 

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Dia dos Namorados

Ninguém sabe a origem do dia dos namorados. A teoria é de que essa data remonta em um festival romano chamado Lupercália, uma festa de final de ano (o ano começava em Março) ligado a rituais de fertilidade e de purificação.

Nomes de jovens mulheres eram escritos em pedaços de papel e colocados em frascos para que fossem escolhidos pelos meninos.  Tais pares muitas vezes resultavam em relacionamentos duradouros.

Existe a teoria de que os homens (lupercos) vestidos do couro, munidos de chicotes da pele de cabra ou pele de cão, batiam nas mulheres protegendo-as contra a infertilidade.

Como o cristianismo avançou gradualmente pela Europa a igreja substituiu o festival pagão por outro mais adequado à nova fé. Em 496 d.c., o Papa Gelásio I decidiu instituir o dia 14 como o dia de São Valentim, o patrono dos apaixonados.

Segundo pesquisadores a data cristã surgiu a partir de um bispo chamado Valentim, proibido de realizar casamentos pelo imperador romano Claudius II, teria celebrado casamentos de forma secreta, e por esse motivo foi preso e condenado a morte. Na prisão recebeu vários bilhetes e cartões, de jovens apaixonados, valorizando o amor, a paixão e o casamento. O bispo Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro do ano 270.

Em sua homenagem, esta data passou a ser destinada aos casais de namorados e ao amor. A comemoração passou a ser realizada todo 14 de fevereiro, principalmente, na Europa e, posteriormente (século XVII), nos Estados Unidos.

No Brasil (12 de junho)

No Brasil, a data está relacionada ao frei português Fernando de Bulhões (Santo Antônio). Em suas pregações religiosas, o frei sempre destacava a importância do amor e do casamento. Em função de suas mensagens, depois de ser canonizado, ganhou a fama de “santo casamenteiro”. Assim no Brasil a data 12 de junho foi escolhida por ser véspera do dia de santo Antônio.

Seja como for o dia dos namorados é uma data a ser comemorada pelos apaixonados. Mande você também um poema, um cartão, uma música, uma flor, seja o que for, para sua amada (o). Pois o amor sempre vale a pena.

 Madame Bê

 
 
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