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Arquivo da Categoria: religião

Aborto

Casuza já cantava! Que País é esse…

Um país com tanta desigualdade social como o Brasil, ainda não ter legalizado o aborto é uma insulto contra a mulher. Abortos clandestinos já são feitos, e aos milhares.

A mulher ainda precisa se sujeitar a regras de uma sociedade machista e hipócrita, que obriga a gerar um filho sem que ela esteja preparada psicologicamente e ou financeiramente. Fique esperto, a maternidade involuntária agrava o contexto social e econômico do País, aumenta as taxas de mortalidade infantil e obriga famílias sem recursos a viver na pobreza extrema. Eu acredito que o aborto é uma causa social.

Quando você para em um sinal fechado e vê crianças pedintes perambulando por lá, sujas, maltrapilhas, sem a mínima educação, o que você pensa?  Acredita que um dia elas poderão ser um adulto como você?  Não acha que seria melhor essa criança não ter nascido? Quando você é roubado por um pivete, qual a sua reação?  De alegria ou de raiva? Não concorda que essa criança não deveria ter nascido?  Quando você vê ou lê nos meios de comunicação que um bebê foi jogado no lixo não fica entristecido? Concorda comigo que essa criança não deveria ter nascido? Como eu disse; o aborto é uma causa social.

A legalização não vai obrigar,  muito menos incentivar, uma mulher a fazer um aborto.

Sinceramente, não consigo entender porque o aborto ainda não foi legalizado. Então me vem a pergunta: Seria talvez porque a religião ainda influência nossos políticos? Se for esse o caso, eu faço como Pôncio Pilatos,  e lavo minhas mãos.

Pronto, desabafei! É o que EU penso.

Madame Bê

 
 

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Mulher e religião

Fui criada na religião católica, apesar de hoje não frequentar a igreja nem seguir qualquer dogma. Até acredito que a maioria das pessoas necessitam da religião para que o mundo não vire uma baderna. Mas muito deveria ser mudado em relação as doutrinas que regem uma religião.

Pois as verdades impostas, na maioria não são seguidas pelos seus fiéis, e nunca serão. Pelo menos eu não conheço ninguém que faz sexo só com o propósito de procriar, e aqui já se emendam mais alguns pecadinhos: uso de anticoncepcional, uso de camisinha, masturbação etc.

Mas minha intenção aqui é questionar por que, a mulher permite ser oprimida pela religião que ela a própria; crê, profetiza, e segue.

Mulher, você não precisa usar uma burca; você pode sim cortar seu cabelo, ele fica feio e oleoso quando não é cortado; nenhuma mulher deveria chorar quando nasce outra mulher; você pode sim se divorciar caso não goste mais do seu marido; você pode usar métodos contraceptivos se não quiser ter filhos e você e sua filha não estão fadadas a usar saia comprida a vida inteira.

Há nas religiões tantas restrições contra a mulher que dá até raiva.

Aí pergunto: Será que o deus de cada religião não é apenas um instrumento de dominação do macho sobre a fêmea? Quem escreveu os regulamentos de cada religião? Deus ou o homem?

Mulher acorda!

As religiões são manifestações humanas. E como tal, são frutos dos efeitos da cultura, do espaço e do tempo.

É meu direito: Chocar, gritar, e indignar. Basta!

Madame Bê

 
 

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Convicções

Que todos vamos morrer um dia, isso nós já sabemos, mas daí pra adorar um fenômeno natural como a morte, que não é nem pessoa nem coisa, é dose pra leão.

Pois é, no México, um País, sobretudo católico, cada vez mais, pessoas pedem proteção à ela. A Santa Morte como é conhecida por lá, que, aliás, já existe há muito tempo. Atua nos setores excluídos da sociedade, como traficantes, prostitutas, ladrões e criminosos, mas os seus fiéis desmentem essa versão.

David Romo seria a figura mais popular do culto, especialmente entre os jovens. A seita está registrada como Igreja Santa Católica Apostólica Tradicional Mex-USA, e concorda com o uso de preservativo feminino e (ou) masculino, a pílula do dia seguinte, aceita o aborto e é contra o mito da virgindade, além de aceitar homossexuais e travestis.

Então eu diria. Está explicado!

Todo ser humano necessita de um auxilio espiritual, e como sabemos a igreja católica impõe aos seus fiéis um modo de vida que não condiz mais com o modo de pensar e viver da nossa sociedade, permitindo assim brechas que serão preenchidas por outros cultos e crenças.

“Um culto é um conjunto de ações que lhe são atribuídos, como profunda veneração e que estão ligados à cultura.” Rojas, Maria de lãs Nieves, 1998

Madame Bê

 
 

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