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“Feministas” ou “Feminaxix

“deveria ter uma lei que obrigasse todas as mães, donas de casa, a trabalhar. (Sarah le Marquand)

“o coração da opressão da mulher são as cargas de maternidade e criação”. (Shulamith Firestone)

” a família tornou-se uma frase que apanha tudo o que nós, como feministas, condenamos em nossa sociedade. Família equivale a opressão, patriarcado, psicose, neurose, trabalho doméstico, estereótipos de rolês, definições específicas de gênero, relações sufocantes, pais, mães, irmãs, irmãos, filhos, dependência financeira, casamento, repressão sexual, atividade sexual, heterossexualidade, crescer , viver, morrer, tradição, criminalidade, amor, ódio, incesto, violência, maus hábitos e maus hábitos alimentares “. (Wendy Clark)

” Nenhuma mulher deve ser autorizada a ficar em casa e criar os seus filhos. .. As mulheres não deveriam ter a opção, precisamente porque se houver tal opção, muitas mulheres a tomariam “. (Simone de Beauvoir)

“para criar as crianças com igualdade, devemos afastá-las das famílias e criá-las em comunidade”. (Maria Jo bane)

“as mulheres que trabalham em casa são prisioneiras em ‘ confortáveis campos de concentração ‘”. (Betty Friedan)

“a família nuclear deve ser destruída… qualquer que seja o seu significado último, a desintegração das famílias agora é um processo objetivamente revolucionário”. (Linda Gordon)

As pessoas citadas acima são algumas das principais teóricas do “feminismo moderno”.

Nota-se que, não apenas a maternidade, mas também o casamento a família e o homem, estão sob a mira crítica dessas mulheres.

Segundo a nova vertente de raciocínio, o corpo feminino ao longo dos séculos, veio sendo forçada a funcionar como uma máquina de reprodução, que foi imposta pela igreja e pelo patriarcado e, em represália seria necessário destruir a família.

Esse pensamento grosseiro e venenoso, só veio pra prejudicar a abrangência do movimento em si. Essas mulheres psicologicamente perturbadas, decidiram impor as suas vontades e suas frustrações, ignorando por completo a vontade individual do ser humano.

Não vejo a necessidade de desconstruir a família, a maternidade, a igreja ou o próprio homem, para que a vontade das mulheres que decidiram viver só, ou sem filhos, prevaleça. Hoje sabemos que, no ocidente, nenhuma mulher é obrigada a nada.

O desejo de casar ou não, de ter filhos ou não, não pode de forma alguma partir de outrem, que não seja da própria mulher em questão.

Mesmo que um grupo de mulheres, decida ter seus filhos de forma não convencional e cria-los de forma coletiva, não lhes dá o direito de demonizar a decisão de outra mulher.

É notório que essas “feministas” não estão interessadas em libertar as mulheres. Esconde-se ali, a retórica marxista do coletivo “paz e amor” que jamais funcionou e jamais vai funcionar. É preciso perceber que por trás delas, está a negação do indivíduo, arquitetado por grandes oligarquias e pela esquerda mundial e, que tem por objetivo se perpetuar no topo da pirâmide. E para que tenham sucesso, necessitam que idiotas úteis, convençam o mundo, que o igualitarismo (comunismo) trará a paz no mundo.

E quem ainda acredita nesse fantasioso abacaxi globalizado, basta observar quantos acordos foram feitos e desfeitos nos últimos cinquenta anos pelos poderosos homens de governos. Quantos ditadores já tentaram através de guerras, dominar nações. Ou bem mais simples, diga a uma mulher apaixonada que seu “crush” a está traindo. Nós seres humanos, somos racionais, mas até certo ponto. Mexe no meu queijo pra ver o que acontece!

Portanto, é preciso muito cuidado com o que esses “tipinhos” vem pregando. E se você pesquisar, já há ‘trocentos’ manifestos, PDFs, textos, livros e frases, defendendo o que essas ‘feminaxix” defendem.

As pessoas querem ser felizes da sua maneira. As mulheres não lutaram até aqui para que outras caguem mais regras. Deixem que cada um decida sobre sua individualidade. De ditadores e loucos já estamos fartos.

Mas se ainda assim, algum grupo queira viver o “sonho” comunista, é só bater na porta da Venezuela ou de Cuba. Tenho certeza que serão recebidas com apreço, para que possam passar juntos, bastante fome. P:

Madame Bê

 
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Publicado por em 08/18/2019 em Brasil

 

Para os professores

Os sapatos furados do professor José Ibarra

José Ibarra sentou-se na calçada, chorou de raiva, levantou-se, apontou para os pés e postou um tweet. Este professor de 42 anos leciona na Universidade Central da Venezuela (UCV) e caminha quilômetros todos os dias para chegar ao seu emprego, na cidade universitária de Caracas. Há um ano, seus sapatos rasgados tornaram-se um símbolo da deterioração do setor público e, ao mesmo tempo, da dignidade de um coletivo que tenta resistir à feroz crise econômica.

Depois que a foto foi tirada, ele decidiu publicá-la no Twitter como uma “forma de protesto”. “Não estou triste em dizer: com estes sapatos eu vou para a UCV ensinar. Meu salário como professor não é suficiente para pagar o concerto da sola, porque chega a ser 20 milhões, escreveu ele.

Há professores que precisam de remédios, um antibiótico custa mais de 40 mil bolívares. Muitos professores venezuelanos estão procurando outros empregos para complementar seus salários. “Você tem que pagar a escola das crianças, comprar o material escolar, o uniforme, bem, eu tenho anos que não compro uma calça ”, reflete. “Eu quero ficar na Venezuela. Ainda acredito que neste país podemos recuperar e fazer grandes coisas, mas há dias em que não quero sair da cama”.

Como o caso de Ibarra, a vocação é um sentimento que prevalece na rotina de

Yasmine Sánchez, outra professora. Essa professora quase se desculpa por seus sapatos gastos. Enquanto espera pelo metrô na Estação Antímano.

Leidy Nobile, 30 anos, secretário do Departamento de Química da Universidade Simón Bolívar, diz não aguentar mais, mora longe e perde dinheiro indo para o trabalho. “Eu tive que conseguir dinheiro por outros meios para poder pagar o transporte público para chegar aqui”, diz ele. Mais alguns dias e, após as férias, não retornará. “Esses últimos três anos têm sido muito sérios para os trabalhadores das universidades e nossa qualidade de vida vem se deteriorando. “Antes eu tinha um carro, mas o perdi”.

“Estou tentando sair do país, mas é muito difícil, tenho dois filhos pequenos. Ou vou tentar trabalhar outras áreas ”, continua ele.

Fonte El País

27 de julho 2019

Professor, antes de doutrinar nossos adolescentes, lembre-se, que não há nada pior no mundo, do que viver em um País comunista.

 
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Publicado por em 08/18/2019 em Brasil

 

Meu Pet, minha vida

Quando eu era pequena, o cachorro da família cuidava da casa. Não entrava dentro de casa, era tratado com os restos que sobrava do almoço e vivia solto, pois não havia cercas ou grades.

Hoje tudo mudou. Mesmo que nunca, fosse permitido maus tratos com animais, nos últimos 30 anos os debates se intensificaram, leis e associações protetoras foram criadas, para assegurar o bem estar animal.

Graças ou desgraças a essas discussões, milhares de gatos, cachorros, papagaios, cobras e lagartos… hoje dormem com os “papis” e as “mamis”, comem rações especiais e vivem como verdadeiros reis. E se entrar algum desconhecido no pátio, provavelmente os peludos irão abanar o rabo.

Falo isso, pois ontem foi aprovado um projeto de lei no Senado, onde classificaram os animais como sujeitos de direitos, com acesso a tutela jurisdicional. O apelo sentimental quanto a esse tipo de lei pode até parecer bondoso, porém a obsessão em tentar frear os maus tratos, vai criando uma tropa de militantes agressivos que nunca irão parar.

Pra se ter uma ideia do tamanho da loucura, a ONU vem pedindo para que os humanos comam menos carne, mesmo sabendo que, a falta da proteína animal à longo prazo, prejudica o funcionamento do cérebro. Outra retórica que vem sendo debatida é, não tenham filhos, tenham cachorros e gatos. Além disso, há uma visível desvalorização do ser humano. É preciso lembrar, o ser humano não pode ser substituído.

Não é de se duvidar que daqui há 30 anos, os animais terão SUS, cotas nas faculdades, direito a férias, décimo terceiro e por aí vai. Mesmo sabendo que eles continuarão a miar, rosnar, latir, grunir, uivar, mugir… E talvez no futuro, será proibido ao ser humano comer qualquer tipo de carne. Então virão os “plantanos”, processar os veganos, para salvar todas as espécies de plantas.

Madame Bê

 
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Publicado por em 08/09/2019 em outros

 

Acorda cidadão

Alguém deveria estudar a patricinha de iPhone e o playboy comunista. Como disse Roger Moreira, “os jovens são de esquerda, porque o papai os sustenta”. Pessoas mimadas que tudo têm, tudo podem, provavelmente nunca sentaram com seus pais, pra saber como eles conseguiram criar uma vida melhor.

Assim como Che Guevara, cujo bisavô foi considerado o homem mais rico da América do Sul; a esquerda caviar se alimenta da ideia de uma revolução. Eles não enxergam a perversidade do marxismo. Não fazem ideia das necessidades e dos desejos da população que trabalha duro. Não entenderam a revolução francesa. Não percebem o quão privilegiados são os ditadores Raul Castro e Nicolás Maduro, que governam com mão de ferro, os miseráveis de suas nações. Não tentam entender, o porquê Hong Kong está em peso na rua, tentando defender suas liberdades, contra o malvado partido comunista chinês. Não percebem que todo anarquismo leva a um governo ditatorial.

O que essa turma tem na cabeça? O que trouxe de bom o socialismo pro brasileiro, afinal? Desemprego, violência, drogas, medo, impostos altíssimos, privilégios, oligarquias, anti cultura, estado inchado, polarização, burocracia…

Sim o Brasil é socialista. E veio sendo costurado assim, ao longo de várias anos. Por governantes de todos os partidos, inclusive os militares, que uma vez no poder, criaram as amarras para beneficiar grupos específicos e a si próprios, armados pelo oportunismo, fisiologismo, casuísmo e outros.

Assim chegamos até aqui, graças a eleitores malucos, cegos e desinformados, que preferiram “brincar” de avestruz quando tratavam de polícia. E pra espanto geral da nação, hoje apontam todas as lanças que tem na língua, pra que a mesma política não mude. Crianças.. cresçam!

 
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Publicado por em 07/25/2019 em Brasil

 

Globalismo e Socialismo, a mesma tranqueira

O nacionalismo de ontem não é o mesmo nacionalismo de hoje. Quem não entender isso ficará dando murro em ponta de faca. Se antes o nacionalismo representava um poder maior, agora ele representa um poder menor.

Os conservadores brasileiros vibraram com a vitória de Donald Trump, mesmo que essa não lhes dizia respeito diretamente. Os conservadores americanos vibram com o Brexit. A mesma vibração aconteceu com a vitória de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense. E ficamos desolados com a derrota de Marine Le-Pen, candidata à presidência na França, quando essa perdeu pra Macron.

É preciso entender, que os nacionalistas de hoje, querem evitar o tal globalismo que se avizinha acima de todas as nações do mundo. O tal globalismo da ONU e dos poderosos iguais ao Soros, que desejam controlar tudo e a todos. Queremos evitar o poder que se ergue acima do nosso próprio território, um poder que seria humanamente impossível de controlar e fiscalizar.

E isso meus caros, não tem nada a ver com xenofobia, racismo, fascismo, homofobia, ou como a esquerda insiste em taxar. Tem a ver com a ameaça de um poder maior e potencialmente totalitário, representado pela ideologia de um governo global.

E se você ainda não estiver convencido, se você acredita que um poder acima de todos os Países levaria paz ao mundo, imagine-se no amanhã, esse mesmo poder irá decidir quem vive e quem morre.

Acredite, um velho como Soros, não tem levantando causas sobre “minorias”, porque ele é bonzinho. Se assim fosse, ele levantaria essas bandeiras em Países totalitários, onde enforcam homossexuais, onde existe escravidão, ou qualquer um dos temas que eles dizem defender. Você precisa aprender a enxergar além, para que nunca precise se arrepender das decisões que tomou hoje.

Lembrando ainda, a esquerda mundial, sempre irá dizer, que nós somos o que eles mesmo são. Eles são ‘experts’ em desfigurar a realidade, são lobos em pele de cordeiros. Recrutam os “oprimidos” e os colocam na linha de frente. Latem e gritam sobre “justiça social”, quando na verdade, justiça é a última coisa que querem. Enquanto isso, nos taxam de “inimigos do controle benevolente da nova ordem mundial”. Para eles defender a liberdade tornou-se arcaico e perigoso. É ignorante e sem sentido.

Quando você escutar que o dinheiro compra tudo, até dignidade, acredite! Já que eles, os donos absolutos das maiores riquezas, vem movendo céus e terra, em nome da “justiça social” pra que você os defenda sem se questionar antes.

https://youtu.be/SceQ_PPQ-1U

https://youtu.be/2HB11IzZj38

 
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Publicado por em 06/29/2019 em Brasil

 

Corrupção

Trinta anos depois da redemocratização sabe-se que o PT ‘petrolou’, ‘mensalou’ e ‘aparelhou’. O PSDB ‘metrolou’ e ‘nepotizou’. Enquanto isso o PMDB ‘cogovernou’ a cleptocracia. A hierarquia que os vinculou era o centralismo “democrático” de direito e a análise que faziam da história dava lhes a certeza do sucesso. O chavão era sempre o mesmo: “salvar os povos oprimidos”. Tudo foi feito em nome dos meios para um fim comum: Roubar. 

Roubar o erário para se manter no poder e do poder “salvar o povo”, justificava todas as ilicitudes. Assim as oligarquias vem chupando nosso sangue através das décadas. 

Todos financiados por grandes empresas que garantiam a sua metade do bolo. Pro povo sobravam as dentaduras pra roer as migalhas.

Já os companheiros de jornada, recebiam a vantagem de administrar alguma estatal, sem que pra isso fosse preciso especialização ou conhecimento.

Incluidos aí, estão os “malandros”, recebedores de alguma vantagem. Esses ainda preferem tapar os olhos pra que tudo continue como está, já que eles estão “bem”. Pouco pensam no futuro. E o mais espantoso, é saber que esses cidadãos brasileiros, quando viajam pelas belas cidades europeias, suspiram entristecidos por nosso País. 

A corrupção entranhada nos alicerces dessa Pátria cresceu a tal ponto, que até, nos parece corriqueira. 

Por mim, não precisa ser Bolsonaro a quebrar o ciclo. Mas quero que o quebrem. E mesmo que você pense o contrário, Bolsonaro, muito atrapalhado, vem tentando. 

 
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Publicado por em 05/21/2019 em Brasil

 

Era uma vez

Os humanos surgiram na África Oriental onde lançaram-se à conquista do planeta em diferentes rumos do planeta, sobrevivendo ao longo dos anos, também graças a habilidade de criar e abater animais em cativeiro.

Hoje quando falamos sobre animais cativos, graças a facilidade em comprar comida, veganos, vegetarianos, ativistas… militam contra essa maneira de agir e que, querendo ou não, trouxe o ser humano até os dias atuais.

Opiniões e posicionamentos a parte, o que muitos precisam entender é, cada qual deve saber de si, mas a grande maioria ainda quer e gosta de um bom churrasco.

E pensando assim, em 1977, um senhor, dono de uma grande quantidade de terras, decide separar alguns hectares para fins recreativos. Esse Sr. decidiu abrir, em solo gaúcho o maior parque-safari da América do Sul, o Pampas Safari.

O visitante podia observar, de dentro do seu veículo, os animais selvagens soltos no parque. O parque abrangia uma área de 320 hectares e estava localizado às margens da RS 020, Km 11, no município de Gravataí.

Entendamos que essa, era uma empresa privada e que o seu sustento não provinha de cobrança da entrada do parque, mas da venda e consumo da carne, além de fornecer matrizes para o desenvolvimento de criatórios no território nacional e o fornecimento de animais para outras instituições ao redor do planeta.

Em 2013, um técnico dispensado pela empresa, denunciou supostas irregulares e uma onda de ativistas se posicionaram a favor dos animais. O técnico posteriormente encontrava-se em uma das equipes que fiscalizava o parque, ligado a Secretaria do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do RS.

Ativistas “não sabendo”, que animais cativos também ficam doentes, provocaram um verdadeiro tsunami. E todos os 70 anos da existência do parque foram jogados no lixo. A partir daí a empresa foi interditada, encerrando suas atividades em 2016.

Nessa onda surfaram até políticos que perceberam ali a chance de se projetar e ganhar votos, trouxeram ao debate público a ideologia de que animais não podem ser abatidos.

Relembrando, o parque sempre foi um criatório e sua principal fonte era a comercialização para fins de consumo humano, que abria suas portas à visitação.

Que fique claro, escrevi esse texto contra esse moderno “ativismo”, onde uma grande massa é manobrada a pensar exatamente como querem que pensem.

É fácil protestar contra uma empresa e a favor dos animais pra logo em seguida sentar em uma mesa e comer um suculento pedaço de carne. Difícil mesmo é ver esse pessoal abrir uma empresa, ficar com tudo em dia, se sustentar durante 70 anos, empregar outras pessoas para que essas possam oferecer carne a seus filhos.

Lembrando, nossos ancestrais não criaram o arco e flecha pra caçar repolho.

Quem perdeu com esse episódio, foi o Rio Grande do Sul.

 
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Publicado por em 05/20/2019 em Brasil

 
 
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