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Globalismo e Socialismo, a mesma tranqueira

O nacionalismo de ontem não é o mesmo nacionalismo de hoje. Quem não entender isso ficará dando murro em ponta de faca. Se antes o nacionalismo representava um poder maior, agora ele representa um poder menor.

Os conservadores brasileiros vibraram com a vitória de Donald Trump, mesmo que essa não lhes dizia respeito diretamente. Os conservadores americanos vibram com o Brexit. A mesma vibração aconteceu com a vitória de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense. E ficamos desolados com a derrota de Marine Le-Pen, candidata à presidência na França, quando essa perdeu pra Macron.

É preciso entender, que os nacionalistas de hoje, querem evitar o tal globalismo que se avizinha acima de todas as nações do mundo. O tal globalismo da ONU e dos poderosos iguais ao Soros, que desejam controlar tudo e a todos. Queremos evitar o poder que se ergue acima do nosso próprio território, um poder que seria humanamente impossível de controlar e fiscalizar.

E isso meus caros, não tem nada a ver com xenofobia, racismo, fascismo, homofobia, ou como a esquerda insiste em taxar. Tem a ver com a ameaça de um poder maior e potencialmente totalitário, representado pela ideologia de um governo global.

E se você ainda não estiver convencido, se você acredita que um poder acima de todos os Países levaria paz ao mundo, imagine-se no amanhã, esse mesmo poder irá decidir quem vive e quem morre.

Acredite, um velho como Soros, não tem levantando causas sobre “minorias”, porque ele é bonzinho. Se assim fosse, ele levantaria essas bandeiras em Países totalitários, onde enforcam homossexuais, onde existe escravidão, ou qualquer um dos temas que eles dizem defender. Você precisa aprender a enxergar além, para que nunca precise se arrepender das decisões que tomou hoje.

Lembrando ainda, a esquerda mundial, sempre irá dizer, que nós somos o que eles mesmo são. Eles são ‘experts’ em desfigurar a realidade, são lobos em pele de cordeiros. Recrutam os “oprimidos” e os colocam na linha de frente. Latem e gritam sobre “justiça social”, quando na verdade, justiça é a última coisa que querem. Enquanto isso, nos taxam de “inimigos do controle benevolente da nova ordem mundial”. Para eles defender a liberdade tornou-se arcaico e perigoso. É ignorante e sem sentido.

Quando você escutar que o dinheiro compra tudo, até dignidade, acredite! Já que eles, os donos absolutos das maiores riquezas, vem movendo céus e terra, em nome da “justiça social” pra que você os defenda sem se questionar antes.

https://youtu.be/SceQ_PPQ-1U

https://youtu.be/2HB11IzZj38

 
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Publicado por em 06/29/2019 em Brasil

 

Corrupção

Trinta anos depois da redemocratização sabe-se que o PT ‘petrolou’, ‘mensalou’ e ‘aparelhou’. O PSDB ‘metrolou’ e ‘nepotizou’. Enquanto isso o PMDB ‘cogovernou’ a cleptocracia. A hierarquia que os vinculou era o centralismo “democrático” de direito e a análise que faziam da história dava lhes a certeza do sucesso. O chavão era sempre o mesmo: “salvar os povos oprimidos”. Tudo foi feito em nome dos meios para um fim comum: Roubar. 

Roubar o erário para se manter no poder e do poder “salvar o povo”, justificava todas as ilicitudes. Assim as oligarquias vem chupando nosso sangue através das décadas. 

Todos financiados por grandes empresas que garantiam a sua metade do bolo. Pro povo sobravam as dentaduras pra roer as migalhas.

Já os companheiros de jornada, recebiam a vantagem de administrar alguma estatal, sem que pra isso fosse preciso especialização ou conhecimento.

Incluidos aí, estão os “malandros”, recebedores de alguma vantagem. Esses ainda preferem tapar os olhos pra que tudo continue como está, já que eles estão “bem”. Pouco pensam no futuro. E o mais espantoso, é saber que esses cidadãos brasileiros, quando viajam pelas belas cidades europeias, suspiram entristecidos por nosso País. 

A corrupção entranhada nos alicerces dessa Pátria cresceu a tal ponto, que até, nos parece corriqueira. 

Por mim, não precisa ser Bolsonaro a quebrar o ciclo. Mas quero que o quebrem. E mesmo que você pense o contrário, Bolsonaro, muito atrapalhado, vem tentando. 

 
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Publicado por em 05/21/2019 em Brasil

 

Era uma vez

Os humanos surgiram na África Oriental onde lançaram-se à conquista do planeta em diferentes rumos do planeta, sobrevivendo ao longo dos anos, também graças a habilidade de criar e abater animais em cativeiro.

Hoje quando falamos sobre animais cativos, graças a facilidade em comprar comida, veganos, vegetarianos, ativistas… militam contra essa maneira de agir e que, querendo ou não, trouxe o ser humano até os dias atuais.

Opiniões e posicionamentos a parte, o que muitos precisam entender é, cada qual deve saber de si, mas a grande maioria ainda quer e gosta de um bom churrasco.

E pensando assim, em 1977, um senhor, dono de uma grande quantidade de terras, decide separar alguns hectares para fins recreativos. Esse Sr. decidiu abrir, em solo gaúcho o maior parque-safari da América do Sul, o Pampas Safari.

O visitante podia observar, de dentro do seu veículo, os animais selvagens soltos no parque. O parque abrangia uma área de 320 hectares e estava localizado às margens da RS 020, Km 11, no município de Gravataí.

Entendamos que essa, era uma empresa privada e que o seu sustento não provinha de cobrança da entrada do parque, mas da venda e consumo da carne, além de fornecer matrizes para o desenvolvimento de criatórios no território nacional e o fornecimento de animais para outras instituições ao redor do planeta.

Em 2013, um técnico dispensado pela empresa, denunciou supostas irregulares e uma onda de ativistas se posicionaram a favor dos animais. O técnico posteriormente encontrava-se em uma das equipes que fiscalizava o parque, ligado a Secretaria do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do RS.

Ativistas “não sabendo”, que animais cativos também ficam doentes, provocaram um verdadeiro tsunami. E todos os 70 anos da existência do parque foram jogados no lixo. A partir daí a empresa foi interditada, encerrando suas atividades em 2016.

Nessa onda surfaram até políticos que perceberam ali a chance de se projetar e ganhar votos, trouxeram ao debate público a ideologia de que animais não podem ser abatidos.

Relembrando, o parque sempre foi um criatório e sua principal fonte era a comercialização para fins de consumo humano, que abria suas portas à visitação.

Que fique claro, escrevi esse texto contra esse moderno “ativismo”, onde uma grande massa é manobrada a pensar exatamente como querem que pensem.

É fácil protestar contra uma empresa e a favor dos animais pra logo em seguida sentar em uma mesa e comer um suculento pedaço de carne. Difícil mesmo é ver esse pessoal abrir uma empresa, ficar com tudo em dia, se sustentar durante 70 anos, empregar outras pessoas para que essas possam oferecer carne a seus filhos.

Lembrando, nossos ancestrais não criaram o arco e flecha pra caçar repolho.

Quem perdeu com esse episódio, foi o Rio Grande do Sul.

 
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Publicado por em 05/20/2019 em Brasil

 

O crime compensa

Nossa Pátria é dirigida por facções criminosas. E eu não sei se isso algum dia vai mudar. Pelo que se tem notícia, estão melando a Reforma do Moro e, essa Reforma é a única maneira de enjaular essa e outras turmas corruptas. E caso eu pudesse dar um pitaco, eu adicionaria ainda: caso ouvesse indícios consistentes de corrupção de qualquer político, este deveria ser afastado até que provasse sua inocência.

Segue uma bela lista de alguns corruptos.

Acir Gurgacz (PDT-RO): Réu no Supremo Tribunal Federal sob acusação de estelionato e crimes contra o sistema financeiro. Além disso, a denúncia aponta que o senador teria usado documento falso para comprovar a suposta aquisição de sete ônibus novos, por R$ 290 mil cada.

Aécio Neves (PSDB-MG): acusado de quebra de sigilo do Banco Rural na CPMI dos Correios entre 2005 e 2006, a fim de maquiar as contas do banco e esconder o desvio de verba de Furnas, uma empresa subsidiária da estatal Eletrobras, no mensalão mineiro. Poder-se-ia enumerar dezenas de outros casos do tucano mineiro, como acusação de desvio de R$7,6 bilhões da saúde do estado de MG; os “aecioportos” – cerca de cinco – construídos nas terras de sua família, no valor de de R$14 milhões; as relações com o doleiro Alberto Yousseff.

Citado por Pedro Corrêa, Sérgio Machado e outros delatores, é um dos principais tucanos envolvidos na Lava Jato. Segundo Machado, teria recebido mais de R$1 milhão em propina. O ex-deputado Pedro Corrêa afirmou em depoimentos de sua delação premiada que o então deputado Aécio Neves foi um dos responsáveis pela indicação do diretor de Serviços da Petrobras, Irani Varella, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Segundo Corrêa, Varella era responsável por conseguir “propinas com empresários para distribuir com seus padrinhos políticos” por meio de seu genro.

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP): citado nas investigações da fraude de licitações para a malha metroviária de SP, o “propinoduto tucano”. Email em posse da Polícia Federal mostra que Jorge Fagali Neto, apontado como lobista da multinacional francesa Alstom e intermediador de propinas do cartel de trens, sugeriu ao senador o aditamento de US$ 95 milhões a um contrato assinado com o Banco Mundial.

Alvaro Dias (PV-PR): É acusado de lucrar R$37 milhões com propina da CPI da Petrobrás. Dias está sendo investigado, pela compra de uma área no Rio de Janeiro por R$ 3 milhões e, meses depois, vendeu à Petrobrás pelo incrível valor de R$ 40 milhões.

Ana Amélia (PP-RS): É acusada de omitir a propriedade de bens móveis e imóveis na declaração feita à Justiça Eleitoral, nas eleições de 2014, incluindo uma fazenda de R$1,9 milhões no Rio Grande do Sul. Acusada de ser favorecida por nepotismo em 1986 quando foi nomeada pelo marido, senador biônico Octávio Omar Cardoso, Cargo em Comissão.

Antonio Anastasia (PSDB-MG): Citado na Operação Lava Jato. O policial Jayme Alves de Oliveira Filho, preso na 7ª fase da Operação Lava Jato disse em depoimento que entregou R$ 1 milhão a Antônio Anastasia, ex-governador de Minas Gerais e senador eleito, pelo PSDB.

Ataídes Oliveira (PSDB-TO): Oliveira emprega Virgínia Teresinha de Moura, sua sogra, como funcionária comissionada em seu gabinete no Senado Federal. Esse nepotismo custa ao erário público R$ 8.577,00 mensais.

Benedito de Lira (PP-AL): acusado pelo MPF e pelo STF de corrupção passiva no esquema da Petrobrás. Segundo MPF, Lira se beneficiou “com o recebimento de quantias periódicas indevidas, oriundas do pagamento de propinas por empresas que tinham contratos com a Petrobras, em razão do controle pela Partido Progressista (PP) da Diretoria de Abastecimento, ocupada por Paulo Roberto Costa, tudo em troca de votar a favor de projetos de interesse do governo federal”.

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB): líder do PSDB na Paraíba, o político já teve seu cargo cassado em 2008. Ele era na época governador e por unanimidade o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cassou seu mandado por uso indevido de dinheiro público. É réu na Operação Concord, da Polícia Federal, que apura esquemas de desvios de recursos e lavagem de dinheiro. Como se já não bastasse seu supersalário do ano passado de R$52 mil, a remuneração do parlamentar tucano ultrapassa o teto constitucional brasileiro de R$ 29.462,25, valor que é pago a um ministro do Supremo Tribunal Federal.

Cidinho Santos (PR-MT): vice-ministro de Blairo Maggi na Agricultura, Santos é alvo de quatro ações civis públicas movidas pelo MPF e já teve até seus direitos políticos cassados. Investigado na Operação Sanguessuga, que funcionava com parlamentares superfaturando o preço das ambulâncias e desviando o dinheiro recebido, que era dividido entre empresários e políticos. O prejuízo causado pelo esquema foi estimado em R$ 110 milhões.

Ciro Nogueira (PP-PI): investigado na Lava Jato. O doleiro Alberto Youssef, acusado de operar pagamento de propinas e lavar dinheiro para políticos, afirmou em depoimento à Polícia Federal que o senador Ciro recebeu US$ 150 mil para integrar o partido.

Cristovam Buarque (PPS-DF): paladino da ética e da educação, o ex-petista já foi denunciado por receber caixa 2 de seu ex-coordenador de campanha, Luiz Fernando Emediato. Emediato disse que Cristóvam recebeu dinheiro de pelo menos uma empreiteira e de um ex-banqueiro, tudo por recomendação de Alckmin em troca do apoio no segundo turno contra Lula. Foi acusado pelo STJ de crime tributário quando governador pelo DF.

Dalirio Beber (PSDB-SC): Foi responsabilizado e multado por diversas irregularidades constatadas durante sua gestão na Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (BADESC).

Davi Alcolumbre (DEM-AP): é suspeito de corrupção passiva na Operação Pororoca por fraude em licitações, em inquérito do Supremo Tribunal Federal. A investigação apura o desvio de R$ 103 milhões em obras públicas no Amapá.

Dário Berger (PMDB-SC): foi condenado pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) a devolver aos cofres públicos o dinheiro gasto com um show que não aconteceu. Condenado a pagar 20 salários de prefeito referente ao uso irregular de um veículo do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf), apreendido pela Polícia Rodoviária Federal em setembro de 2010 com material de campanha e R$ 1.850,00 em dinheiro.

Edison Lobão (PMDB-MA): investigado na Lava Jato. Em depoimento de delação premiada, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa afirmou que mandou entregar R$ 2 milhões a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney para a campanha ao governo do estado em 2010, a pedido de Edison Lobão.

Eduardo Amorim (PSC-CE): Foi condenado ao pagamento de multa de R$ 30 mil por se beneficiar ilegalmente de bem público usado para promover sua candidatura ao Governo de Sergipe em 2014. O prefeito de Itabaiana, Valmir dos Santos Costa (PR-SE), contratou empresa de publicidade para promover aliados às custas da Prefeitura.

Eduardo Braga (PMDB-AM): investigado por recebimento de propina da empreiteira Andrade Gutierrez. Segundo ex-executivo da Andrade, havia uma combinação, que ocorreu durante os oito anos do governador Eduardo Braga, de pagamento de propina de 10% sobre o valor de cada obra da empreiteira.

Eduardo Lopes (PRB-RJ): articulador político da multimilionária Igreja Universal, é investigado pela Lava Jato.

Eunício Oliveira (PMDB-CE): empresa do senador e ex-ministro Eunício, a Manchester Serviços Ltda., assinou sem licitação contratos que somam R$ 57 milhões com a Petrobrás para atuar na Bacia de Campos, região de exploração do pré-sal no Rio de Janeiro.

Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE): É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras. Por decisão do STF, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do parlamentar. Faz parte da lista divulgada pela empreiteira Odebrecht que contém 300 nomes mencionados nos documentos apreendidos durante a 23ª fase da Lava Jato.

Fernando Collor (PTC-AL): Foi alvo de inúmeras denúncias de corrupção durante sua carreira política. Até então, era o único presidente da história do Brasil a sofrer um processo de impeachment, em 1992. Teve indeferido o registro de candidatura a prefeito de São Paulo nas eleições de 2000. Seu nome também aparece na Lava Jato.

Flexa Ribeiro (PSDB-PA): É alvo de inquérito que apura a prática de crimes contra a administração pública. De acordo com a acusação, o parlamentar participou de esquema de fraude em contratos entre o Governo do Estado do Pará e empresas para realização de obras, construção e serviços de engenharia, que desviou dinheiro público a fim de financiar campanhas eleitorais.

Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN): vinculado ao Escândalo dos Bingos.

Gladson Cameli (PP-AC): É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras.

Hélio José (PMDB-DF): gravações feitas e divulgadas pela internet mostram Hélio José defendendo a indicação de um ex-assessor para o cargo de superintendente da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) no Distrito Federal. Nos áudios, o político diz que nomeia “a melancia que quiser” para o posto e que quem não “estiver com ele” pode “cair fora”.

Ivo Cassol (PP-RO): Foi condenado, por unanimidade no STF, em ação penal movida pelo Ministério Público Federal por prática do crime de fraude a licitação. Ivo Cassol foi condenado a 4 anos de detenção em regime semiaberto e ao pagamento de multa.

Jader Barbalho (PMDB-PA): Investigado na Lava Jato. Em seu acordo de delação premiada, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado contou que o pagamento de propinas a Jader Barbalho envolveu, além de doações oficiais de campanha, repasses em espécie feitos por um empresário que pretendia fechar contrato com a subsidiária da Petrobras e até a oferta de apoio “logístico” de um banco para controlar a propina. Nos depoimentos à Procuradoria Geral da República (PGR), o delator disse que esta eminente figura da fauna política capitalista o “pressionava muito” por recursos ilícitos. Machado revelou ter dado, entre 2004 e 2007, R$ 4,25 milhões para Jader, sendo R$ 1,25 milhão em contribuições eleitorais e outros R$ 3 milhões em espécie. Um claro cacique contra a corrupção.

João Alberto Souza (PMDB-MA): aliado do ex-presidente e ex-senador José Sarney (PMDB-AP) e ligado a Renan Calheiros, João Alberto preside pela quinta vez o Conselho de Ética do Senado, fez ouvidos surdos às provas gritantes de participação de peemedebistas no esquema de desvios da Lava Jato. Um “íntegro” protetor de ladrões de dinheiro público, como seu parceiro Edison Lobão.

José Agripino (DEM-RN): Responde em inquérito aberto pelo STF para apurar o recebimento de propina da empreiteira OAS nas obras de construção do estádio Arena das Dunas, em Natal, para a Copa do Mundo de 2014. Faz parte da lista divulgada pela empreiteira Odebrecht que contém 300 nomes mencionados nos documentos apreendidos pela Polícia Federal durante a 23ª fase da Operação Lava Jato.

José Aníbal (PSDB-SP): como não poderia deixar de ser com o tucanato paulista, está também chafurdando na corrupção do propinoduto. Suplente do senador José Serra, foi citado por um executivo da Siemens como beneficiário de propinas em esquema de corrupção e fraude em licitações nas obras de trens e metrô de São Paulo. O STF “fechou os olhos” para seguir defendendo os tucanos de SP, como vem fazendo com Serra.

José Maranhão (PMDB-PB): É alvo de ação civil pública de improbidade administrativa com dano ao erário, movida pelo Ministério Público Estadual.

José Medeiros (PSD-MT): Em junho, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade abrir inquérito para impugnação de mandato de Medeiros, apontando indícios de fraude na convenção da coligação Mato Grosso Melhor Pra Você (PDT / PPS / PSB / PV) em 2010 no que se refere à suplência do então candidato Pedro Taques.

Lúcia Vânia (PSB-GO): Teve reprovada a prestação de contas referente às eleições de 2000.

Magno Malta (PR-ES): Foram desaprovadas as contas anuais do diretório regional do PR-ES, relativas ao exercício de 2011, quando o parlamentar era o seu presidente. A Justiça Eleitoral determinou que não fossem repassadas ao diretório as cotas do fundo partidário pelo prazo de doze meses. Também envolvido na Operação Sanguessuga.

Marta Suplicy (PMDB-SP): Foi condenada juntamente com José Américo (PT-SP) em ação civil pública por improbidade administrativa com dano ao erário a pagamento de multa. A Justiça considerou desproporcional os gastos de R$ 5,4 milhões com a divulgação dos CEUs pela Prefeitura de São Paulo durante a sua gestão.

Omar Aziz (PSD-AM): É alvo de ações civis de improbidade administrativa, ajuizadas pelo Ministério Público do Estado do Amazonas. Investigado por recebimento de propina da Andrade Gutierrez.

Paulo Bauer (PSDB-SC): condenado por improbidade administrativa de ressarcimento de despesas efetuadas com verbas públicas em decorrência de gastos realizados com campanha publicitária contratada pela Secretaria Estadual das Educação, quando era o secretário responsável, a qual atribuíram escopo de promoção pessoal do administrador público.

Pedro Chaves (PSC-MS): milionário empresário da educação, Chaves tem íntimas relações com José Carlos Bumlai, pecuarista preso pela Lava Jato. Coordenou a campanha ao Senado do cassado Delcídio Amaral, e teve à sua disposição R$ 9,5 milhões doados por empreiteiras investigadas pela operação Lava Jato. Tem patrimônio de modestos R$69 milhões.

Raimundo Lira (PMDB-PB): Lira, presidente da comissão de impeachment, doou à chapa onde era suplente para o Senado, em 2010, o valor de R$ 870 mil, utilizando recursos que não havia incluído em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral. Tem patrimônio declarado de R$54 milhões.

Reguffe (sem partido-DF): Teve rejeitada prestação de contas referente às eleições de 2002.

Renan Calheiros (PMDB-AL): presidente do Senado, Calheiros responde a três inquéritos no Supremo Tribunal Federal decorrentes das apurações da Operação Lava Jato. É investigado pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Segundo o delator Sérgio Machado, Renan recebeu propina de R$32 milhões.

Maria do Carmo Alves (DEM-SE): a senadora é íntima de João Alves Filho, também do DEM, que responde a ação penal do STJ por esquema de superfaturamento de obras e desvio de recursos públicos apurado na Operação Navalha.

Roberto Rocha (PSB-MA): Tramita no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão uma Representação por Captação Ilícita de Recursos contra Rocha.

Romário (PSB-RJ): A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal para investigar Romário sob acusação de receber caixa dois de campanha na eleição de 2014. De acordo com a investigação, a empreiteira Odebrecht deu R$ 100 mil ao “baixinho”.

Romero Jucá (PMDB-RR): É alvo de inquérito que apura crimes de responsabilidade. Faz parte da lista divulgada pela empreiteira Odebrecht que contém 300 nomes mencionados nos documentos apreendidos pela Polícia Federal durante a 23ª fase da Operação Lava Jato.

Sérgio Petecão (PSD-AC): É réu em ação penal movida pelo Ministério Público Federal por crimes eleitorais.

Simone Tebet (PMDB-MS): É alvo de ação civil de improbidade administrativa com dano ao erário, ajuizada pelo Ministério Público Federal.

Tasso Jereissati (PSDB-CE): governador do Ceará, patrocinou as fraudes e perseguições aos pensionistas e aposentados do Banco Nacional do Nordeste (BNB). Utilizava verbas do Senado para fretar jatinhos, num valor total de R$ 469.068,54 de 2005 até o início de 2009.

Valdir Raupp (PMDB-RO): Foi condenado por improbidade administrativa em ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual e pelo estado de Rondônia. A Justiça determinou o ressarcimento ao erário, vedação de recebimento de benefícios fiscais ou creditícios e pagamento de multa.

Vicentinho Alves (PR-TO): É alvo de inquérito que apura crimes na Lei de Licitações.

Waldemir Moka (PMDB-MS): Reportagem publicada pela Folha mostrou que o deputado federal Waldemir Moka (PMDB-MS) gastou R$ 12 mil da Câmara dos Deputados para imprimir 40 mil exemplares de um boletim em que divulga sua candidatura ao Senado. Moka ainda debitou na conta da Câmara uma passagem de ida e volta com a mulher para Nova Iorque.

Wellington Fagundes (PR-MT): É alvo de inquérito que apura peculato.

Wilder Morais (PP-GO): outro paladino da ética dentro do partido mais citado na Lava Jato, Morais ainda coleciona participação em esquema de corrupção com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Zezé Perrella (PTB-MG): O parlamentar foi condenado em ação de improbidade administrativa movida pelo MPF à suspensão dos direitos políticos por três anos e a pagamento de multa por ocupação ilegal de apartamentos funcionais, de propriedade da Câmara dos Deputados, na época em que era deputado federal.

 
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Publicado por em 05/18/2019 em Brasil

 

NOVA DESCOBERTA

Você sabe da nova descoberta do governo do Presidente Bolsonaro?

Que o trabalhador mais novo e o mais velho do mundo estão no Brasil. E sabe como foi descoberto tal façanha?

Realizando um recadastramento de todos os pescadores que recebem o SEGURO DEFESO, que é um salário pago pelo governo no período da desova, quando eles não podem pescar, e tal salário ainda conta como tempo para a aposentadoria.

Aí pasmem os senhores, pois o pescador mais novo tem 7 anos de idade e o mais velho tem 148 anos de idade. Atenção, não errei não, é 148 anos mesmo. Caramba, e o cara ainda tá “pescando”.

CALMA, TEM MAIS: foi descoberta uma “colônia de pescadores” em pleno sertão onde não tem água nem pra beber. Também em Brasília, existem fantásticos 40 mil pescadores cadastrados recebendo, em pleno cerrado, sem um rio que passe por perto… Até na Guiana, que nem território brasileiro é, existem pessoas recebendo esse benefício.

AGORA, você acha que se esse tipo de MANOBRA para comprar votos continuasse, esse país iria pra frente?

Com o recadastramento geral,certamente haverá muitos gritos da petezada. E ainda vem mais coisa por ai…

(ESTÁ NO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA)

 
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Publicado por em 05/10/2019 em Brasil

 

O rei da cocada preta (a lenda, ‘parte 28’)

Vira e mexe na “pequena” panela dos políticos o tempero volta a queimar. Lá vem o sobrinho do tio Deodoro. Outro perna aberta, bronco, comedor de prendas, marquesas, baronesas e afins.

O nepotismo corria solto na mais alta corte do poder. Deodoro mexeu uma bota aqui, Nilo Peçanha mexeu outra bota ali e juntos botaram o vivente Hermes da Fonseca, mais conhecido como Johnny Depp. Tudo por causa do empoderado adereço que carregava na cabeça.

Hermes, apesar de não ser descendente da cheirosa família Hermés, carregava no bolso um frasco da melhor colônia já feita em Cocada Preta; o suor dos cocadenses.

Sem delongas, vou contar como presidente introduziu a faixa presidencial na vestimenta dos futuros eleitos: Certa feita, quando colocava o tal frasco contendo o suor dos cocadenses no bolso peitoral, o bolso rasga. De súbito vem na memória a faixa que Dom Pedro II usava: E PHA! Desde então vemos presidentes repassar uma faixa como se fossem misses.

Anos antes, marujos adestrados, vinham se rebelando contra o governo. Nada de mais até então, pois eram exemplarmente reeducados com algumas chibatadas, aliás método muito eficaz desde o Antigo Egito. Mas justo no governo do marechal militar, os audaciosos marujos levaram a pior. Quando colocaram suas mangas no varal, foram convidados a se enclausurar e desses, muitos passaram a fazer parte de “Ghost”, o outro lado da vida.

Houve ainda algumas guerrilhas, aqui e acolá, mas nada de mais para o grande cacique dono do poder, sempre zeloso pelo maltrapilho povo cocadense. É claro!

Em um mandato de apenas quatro anos, ele conseguiu o que nenhum outro presidente anterior e posterior conseguiria. Ficou viúvo e um ano depois casou com a única mulher que poderia arruina-lo moralmente. Nos bastidores circulavam comentários como: “Hermes se casou com ela só para se livrar dela!”

Mas não pense que o governo de Hermes da Fonseca foi apenas guerrilhas e conspirações. Ele sabia, assim como seu tio, que poderia manipular as massas, entregando aos adoradores de Marx, moradias que mais pareciam cortiços. E vejam só, um dos cortiços recebeu o seu nome e o outro, o nome da sua querida falecida esposa. E como nesse País de tapados o dinheiro nunca aparece, lá foi ele, fazer uma nova renegociação da dívida externa.

Metade da bufunfa emprestada do exterior, foi parar na conta de Roger Waters, que prontamente enviou a grana para os revoltosos Chapolins russos.

Anos mais tarde, descobriram que o chapéu de Hermes da Fonseca, fora roubado de Johnny Depp e por esse motivo, passou uma temporada no calabouço de um porão qualquer. Desde então passou a ser conhecido, como o primeiro ex presidente coió que sentou na cadeirinha de pensar, enquanto sua dengosa rapariga buliçosa escapava pra dançar.

Aguarde a lenda continua…

Madame Bê

 
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Publicado por em 05/07/2019 em A lenda

 

O rei da cocada preta (a lenda, ‘parte 27’)

Com a morte de Afonso Pena seu vice, Nilo Peçanha, é contemplado com a a cadeira presidencial. Apesar do parentesco com Barak Obama, há hoje uma polêmica sobre a cor da sua pele. O que poucos sabem, é que ele sentia um imenso prazer em tomar sol durante as horas de trabalho, para que no futuro fossem criadas fervorosas polêmicas de coitadismo, entre os cidadãos mimimi e cidadãos pipipi popopó a respeito de sua cor.

Peçanha mais conhecido como Pecinha, ficou no poder apenas um ano e três meses, e mesmo assim, conseguiu trair a oligarquia e eleger um bagual de farda como seu sucessor, deixando seu inimigo juramentado, autor do livro ‘O Dever do Lobo Mau’, a ver navios. Afinal, segundo a imprensa livre, foi o escritor quem acabou com o estoque de papel higiênico do País, deixando o presidente com rabo sujo dentro da capunga. (Capunga pra quem não sabe, era o banheiro da época da velha república).

Pra não dizer que Peçanha não fez nada, além de trair os amiguinhos, podemos contar que ele foi um dos primeiros a utilizar a propaganda eleitoral para enganar a opinião pública. Assim que deixou a cadeira presidencial, foi gastar na Europa, os caraminguás desviados dos manés pagadores de impostos.

Você pode ver na fotografia abaixo, o exato momento em que o ex presidente se agarra ao principal amuleto, almejado pelos poderosos, da nova e hoje velha república.

Aguarde a lenda continua…

Madame Bê

 
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Publicado por em 04/29/2019 em A lenda

 
 
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